Grito dos Excluídos terá missa e caminhada no centro de Mogi, no feriado
Uma missa e uma caminhada deverão marcar amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, a realização da 28ª edição do Grito dos Excluídos e das Excluídas em Mogi das Cruzes. O bispo diocesano, dom Pedro Luiz Stringhini, preside a missa que faz parte da programação do evento, às 9h, na Catedral Sant’Ana, logo depois, haverá […]
06/09/2022 12h22, Atualizado há 47 meses
Uma missa e uma caminhada deverão marcar amanhã (7), Dia da Independência do Brasil, a realização da 28ª edição do Grito dos Excluídos e das Excluídas em Mogi das Cruzes. O bispo diocesano, dom Pedro Luiz Stringhini, preside a missa que faz parte da programação do evento, às 9h, na Catedral Sant’Ana, logo depois, haverá uam caminhada dos participantes até o Largo do Rosário.
Antes desse horário, a partir das 8h30, está prevista a apresentação de integrantes das pastorais sociais e movimentos populares.
No evento do ano passado, em meio ainda à gravidade da pandemia, o bispo destacou o papel da ciência no enfrentamento da doença que mais penalizou os brasileiros mais pobres, que foram os que mais morreram em decorrência da Covid-19.
“O Brasil está contaminado com sentimento de raiva e de tolerância, chegando ao absurdo de um cristão defender o armamento. Quem se diz cristão deve ser agente da paz”, disse ele, em 2021.
O Grito dos Excluídos tem como objetivo alertar para situações que deterioram a vida dos mais pobres, desemprgados, indígenas.
Naquele ano, religioso também destacou que “os cientistas alertam para hábito mais conscientes de consumo’ e conclamou:”Neste dia 7 de setembro, contribua para inspirar o compromisso do exercícios da cidadania. Não se deve deixar-se convencer por quem agride os três poderes. Não aceite agressão à democracia”
A data, novamente, marca a participação da igreja católica na luta por um país menos desigual. Em um cartaz de divulgação do ato, que será realizado em outras dioceses, o tema é o bicentenário: 200 anos de (in)dependência para quem? – além da questão, a peça clama por democracia e moradia.