Grupo divulga vídeo criativo para anunciar a carreata contra o pedágio
Os líderes do Movimento ‘Pedágio Não’ chamam atenção para o ato de protesto que será realizado no próximo sábado (22) contra cobrança de tarifas nas rodovias da cidade com a publicação de um vídeo para dar publicidade à carreata contra construção de praças de pedágios na Mogi-Dutra e Mogi-Bertioga LEIA TAMBÉM: Estado admite que Mogi não […]
19/05/2021 18h04, Atualizado há 63 meses
Os líderes do Movimento ‘Pedágio Não’ chamam atenção para o ato de protesto que será realizado no próximo sábado (22) contra cobrança de tarifas nas rodovias da cidade com a publicação de um vídeo para dar publicidade à carreata contra construção de praças de pedágios na Mogi-Dutra e Mogi-Bertioga
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As imagens mostram uma reprodução do quadro, O Grito, do Edvard Munch, misturado com música ‘meme’ de fundo, popular nas redes sociais, para exibir o percurso que o grupo pretende percorrer no dia. Serão duas concentrações, que partirão do Condomínio Aruã e o trevo da Mogi-Dutra.
O ato de protesto tem o apoio de lideranças políticas, entidades associativas e de diversos setores do município, que também devem participar da carreata.
A concentração será às 9h30 em dois locais. Um grupo de motoristas sairá do trevo da Mogi-Dutra da cidade, próximo ao posto de combustível, e outro se reunirá em frente ao Condomínio Aruã, no posto instalado naquela região.
A carreata sairá às 10 horas rumo ao km 40 da rodovia Mogi-Dutra, onde Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) quer instalar um dos pedágios previstos para a região. O segundo está programado para Rodovia Mogi-Bertioga.
Todos irão se encontrar no local, com carros perfilados, até chegar ao acesso de retorno em frente ao Taboão, próximo ao trevo da Rodovia Ayrton Senna. De lá, seguem sentido Mogi até à rotatória de retorno, próximo ao Aruã e bairros da Divisa. O objetivo é repetir o circuito várias vezes até por volta das 12 horas.
A carreata deve contar também com a participação de motoristas de caminhões de algumas empresas instaladas no Taboão, distrito industrial que, na avaliação de especialistas, poderão perder investimentos com a instalação de um pedágio, assim como toda a cidade.