Médico Paulo Siqueira é o novo presidente da Apae de Mogi
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Mogi das Cruzes (APAE) deu posse ao seu novo presidente, o médico Paulo Siqueira Toledo Júnior, de 70 anos. Ele irá comandar a instituição até 2025. No dia 27 de março, a organização completa 54 anos de fundação. Dentre as muitas demandas, a de levar a […]
03/02/2023 17h16, Atualizado há 42 meses
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Mogi das Cruzes (APAE) deu posse ao seu novo presidente, o médico Paulo Siqueira Toledo Júnior, de 70 anos. Ele irá comandar a instituição até 2025. No dia 27 de março, a organização completa 54 anos de fundação.
Dentre as muitas demandas, a de levar a sociedade para dentro da APAE ‘para mostrar a importância da instituição, que é beneficente e é da cidade’ é uma das propostas que mais ganha força no discurso do presidente, que atuou por mais de 30 anos como médico ortopedista (cirúrgico e clínico) e tem grande experiência em gestão e em cargo de executiva.
Na APAE de Mogi das Cruzes, ele já foi médico voluntário (por três anos, na gestão do ex-presidente João Montes) e também ocupou o cargo de diretor médico (na gestão de João Anatalino). Estas ações lhe deram grande base para executar com propriedade o cargo de presidente, amparado pelo corpo diretivo e demais funcionários, colaboradores e voluntários.
“Eu enxergo a APAE como uma instituição da cidade, embora a APAE também atenda outras cidades da Região do Alto Tietê. Para mim, a APAE é uma instituição muito forte e poderosa. O seu foco é dar atendimento e assistência às pessoas com deficiência intelectual, múltiplas e o transtorno do espectro autista (TEA) – ligado às deficiências intelectuais. E nós precisamos ter uma clareza de objetivos muito grandes, porque nós estaremos, na essência dos trabalhos, visando esse foco. A essência do trabalho que eu visualizo são as pessoas com essas deficiências e seus familiares”, diz o presidente.
Ele fala sobre a complexidade da APAE, que assiste atualmente pouco mais de 600 pessoas, além de suas respectivas famílias. “A partir do momento que possamos contribuir para a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, a APAE estará cumprindo a sua função, com iniciativas direcionadas para as áreas da Educação, que é a sua principal atividade. Porém, nós sabemos que, quando se trata de deficiência, a educação precisa de uma assessoria da área da saúde e temos ainda de cuidar do entorno dessas pessoas, o que fazemos por meio da assistência social”, explica o doutor Paulo.