Ocupação de UTI para Covid-19 do Hospital Santa Marcelina segue zerada pelo segundo dia
O Hospital Santa Marcelina, localizado em Itaquaquecetuba, continuava nesta terça-feira (10) com todos os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs), exclusivos ao tratamento de pacientes com a Covid-19, disponíveis – pelo segundo dia seguido. Já a ocupação no Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, se manteve em 80% – […]
11/11/2020 14h59, Atualizado há 66 meses
O Hospital Santa Marcelina, localizado em Itaquaquecetuba, continuava nesta terça-feira (10) com todos os leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs), exclusivos ao tratamento de pacientes com a Covid-19, disponíveis – pelo segundo dia seguido. Já a ocupação no Hospital das Clínicas Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes, se manteve em 80% – consolidando a situação mais crítica entre os três hospitais estaduais do Alto Tietê. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde.
Após redução do Estado, o Hospital Santa Marcelina de Itaquaquecetuba opera, atualmente, apenas com 2 leitos de UTI disponiveis para pacientes com a Covid-19, além de 16 de enfermaria.
A ocupação da terapia intensiva foi de 0%. A unidade estadual – que já chegou a ter todos os leitos destinados ao tratamento de pacientes com o novo coronavírus ocupados em junho e julho.
Já o Luzia de Pinho Melo, em Mogi, conta 23 leitos de enfermaria, dos quais, dos quais cerca de 80% estavam em uso nesta terça-feira.
Já o Hospital Regional de Ferraz de Vasconcelos são 12 leitos de enfermaria, além de 12 de UTI, dos quais 58,8% estavam ocupados.
No total, todo, a região conta com 28 leitos de UTI e 51 de enfermarias credenciadas pelo Estado. Na Terapia Intensiva, a ocupação média se manteve estável nesta terça-feira, em 46,2%, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde.
Em nota, a pasta reforça que “as taxas variam no decorrer do dia em virtude de fatores como altas, óbitos ou transferências para leitos de enfermaria ou UTI, por exemplo. Também pode ocorrer redirecionamento de leitos para atendimento a pacientes com outras patologias”.
O documento acrescenta que a secretaria mantém um esquema especial de gestão de leitos hospitalares, para dar prioridade à internação de pacientes com quadros respiratórios agudos e graves.