Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Prefeitura de Mogi destrói barracos na Vila Estação, que surgiram após uma ocupação

A Prefeitura de Mogi das Cruzes divulga, em sua página oficial, que conseguiu evitar a ocupação de uma área pública no final da Travessa Tietê 2, na Vila Estação, localizada em Braz Cubas, e alvo de um longo processo de regularização fundiária – em meados do século passado, essa região era conhecida por favela do […]

Por O Diário
12/07/2022 17h28, Atualizado há 49 meses

A Prefeitura de Mogi das Cruzes divulga, em sua página oficial, que conseguiu evitar a ocupação de uma área pública no final da Travessa Tietê 2, na Vila Estação, localizada em Braz Cubas, e alvo de um longo processo de regularização fundiária – em meados do século passado, essa região era conhecida por favela do Gica, nome de um dos mais antigos moradores. Nas décadas seguintes, após a organização da comunidade e muita pressão, a Prefeitura atuou para regularizar a área e transferiu parte das famílias que viviam irregularmente, às margens do Córrego dos Canudos, para outros imóveis.

A Vila Estação está nas proximidades da comunidade que passou a viver na Vila São Francisco, há mais de um ano, e centro do recente processo que pretende retirar os moradores do imóvel municipal ocupado por dezenas de pessoas e destinado à indústria. 

Em junho, na Vila São Francisco, foram demolidos 113 barracos (relembre).

Na Vila Estação, na segunda-feira (11), agentes do Departamento de Fiscalização de Posturas e da Guarda Municipal agiram para impedir a ocupação. Segundo a Prefeitura, a atuação “ocorreu sem incidentes”.

Foram desfeitos dois barracos de madeira e lona, com aproximadamente 30 metros quadrados e sem habitação. Esses materiais foram inutilizados. Equipes da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU) acompanharam a desativação das estruturas.

“Este é um trabalho contínuo, realizado permanentemente pela administração municipal para evitar ocupações em locais irregulares, que trazem riscos para os próprios ocupantes. Temos observado o aumento das tentativas deste tipo de ocorrência e contamos também com o apoio da população, por meio de denúncias”, afirmou o secretário municipal de Segurança, Toriel Sardinha.

Desde o início da administração, o prefeito Caio Cunha (PODE) divulga ações para combater a ocupação irregular de imóveis em áreas municipais ou de proteção ambiental. Fiscalizações têm sido registradas em imóveis demarcados previsamente em regiões da Serra do Itapeti, Jundiapeba e Taiaçupeba (veja reportagem de O Diário).

A administração municipal anunciou a transformação da coordenadoria de Habitação em secretaria municipal, e o lançamento de uma plataforma online para a atualização do cadastro de pessoas sem moradia. Algumas estimativas, não oficiais, dão conta de que o deficit habitacional na cidade seria de 30 mil casas populares.

“As ações buscam evitar as ocupações, que geralmente ocorrem em locais impróprios e sem infraestrutura adequada, trazendo riscos para a saúde e até mesmo para a vida das pessoas, inclusive idosos e crianças. Além disso, os invasores não têm garantia da obtenção de moradias ou de permanecer no local ocupado”, afirma a Prefeitura.

A Prefeitura pede a colaboração da população por meio de denúncias pelo telefone 153, da Guarda Municipal, que funciona 24 horas por dia.

Mais noticias

Primeiros bebês nascidos na Maternidade de Mogi das Cruzes recebem alta

Fadiga persistente: 6 exames que ajudam a descobrir a causa do cansaço

Decoração: 5 dicas para encontrar o estilo que combina com a sua personalidade

Veja Também