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Mogi vai à Justiça para suspender o fechamento de passagem na Dr. Deodato

A Prefeitura de Mogi das Cruzes entrou com um pedido na Justiça de suspensão imediata do fechamento da passagem de nível da rua Dr. Dedodato Wertheimer, previsto para atender os pedestres somente até amanhã (1). A partir de domingo, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou o fim da opção, o que obrigará os […]

Por O Diário
31/12/2021 08h03, Atualizado há 56 meses

A Prefeitura de Mogi das Cruzes entrou com um pedido na Justiça de suspensão imediata do fechamento da passagem de nível da rua Dr. Dedodato Wertheimer, previsto para atender os pedestres somente até amanhã (1). A partir de domingo, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) anunciou o fim da opção, o que obrigará os mogianos a esperarem o trem passar na rua Cabo Diogo Oliver. Não há passarela na região central, o que mantém a cidade dividida pela linha do trem após a construção da passagem subterrânea que também fechou o tráfego de veículos na Deodato, na área central.

Quando foi planejado, o Complexo Viário Jornalista Tirreno Da San Biagio, a CPTM tinha o projeto de reconstruir a estação Mogi, com a construção de escada rolante para possibilitar a travessia das pessoas entre a Cabo Diogo e a Praça Firmina Santana – a promessa não foi cumprida até hoje.

Lideranças do Mogilar e do comércio, além de políticos como vereadores, como Inês Paz, e o deputado federal Marco Bertaiolli, realizaram reuniões na quinta-feira, solicitando a intermediação da Prefeitura.

Houve uma tentativa de diálogo com a direção da CPTM, segundo afirmou o prefeito Caio Cunha (PODE), mas não se chegou a um acordo.

Em live, o gestor informou, na noite de quinta-feira, que a Prefeitura entrou com um pedido de suspensão imediata da determinação sobre o fechamento na Justiça. Segundo ele, a Prefeitura buscou postergar a medida junto à estatal, mas não obteve sucesso.

A expectativa é de obter, nas próximas horas, uma liminar que impeça o cumprimento da medida até uma reunião marcada para o próximo dia 7, com a direção da CPTM, quando o assunto será tratado entre a Prefeitura e a estatal.

O fim do acesso foi recebido com revolta por comerciantes – cerca de 50 – que mantêm negócios naquele trecho da região central, moradores e lideranças, como o pastor Márcio Silva (veja reportagem de O Diário aqui).

A alegação é dos prejuizos e desconforto dos pedestres, moradores, estudantes e outras pessoas que usam a passagem atualmente.

A O Diário, a CPTM afirmou que o fim da passagem de pedestres possibilitará a redução em um minuto do intervalo dos trens entre Mogi e São Paulo, o que é controntado por lideranças mogianas.

Até segunda ordem, o fechamento está mantido a partir de domingo (2).

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