Presa em Mogi a vice-diretora e sócia da escola Colméia, investigada por maus-tratos em SP
* ESTA MATÉRIA ESTÁ EM ATUALIZAÇÃO Fernanda Carolina Rossi Serme, vice-diretora e sócia da Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica, localizada na zona leste de São Paulo, foi presa nesta segunda-feira (25) em uma casa de Mogi das Cruzes. Por volta das 18 horas, ela realizou exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal […]
25/04/2022 17h50, Atualizado há 52 meses
* ESTA MATÉRIA ESTÁ EM ATUALIZAÇÃO
Fernanda Carolina Rossi Serme, vice-diretora e sócia da Escola de Educação Infantil Colmeia Mágica, localizada na zona leste de São Paulo, foi presa nesta segunda-feira (25) em uma casa de Mogi das Cruzes. Por volta das 18 horas, ela realizou exames de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) do município e, em seguida, foi levada à cadeia feminina de Itaquaquecetuba.
Ela e a irmã, Roberta Regina Rossi Serme, são indiciadas no inquérito policial que apura maus-tratos a crianças de 1 a 6 anos na unidade de ensino particular de São Paulo. As proprietárias negam os crimes, segundo advogados que as representam.
Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, a Polícia Civil cumpriu nesta segunda-feira (25), em Mogi das Cruzes, o mandado de prisão preventiva em desfavor de uma das proprietárias da instituição particular de ensino Colmeia Mágica. “O caso segue em investigação, sob sigilo, pela 8ª Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (CERCO). Diligências seguem em andamento. Mais detalhes serão preservados para garantir autonomia ao trabalho policial”, trouxe a nota encaminhada a O Diário.
Na última segunda-feira (21), o Tribunal de Justiça de São Paulo também havia determinado a prisão preventiva de Roberta, diretora e proprietária da escola. Mas o mandado de prisão ainda não foi cumprido, porque ela segue foragida.
Vídeos que circulam nas redes sociais mostram crianças chorando e com os braços amarrados por panos e também os alunos recebendo alimentação em um banheiro da escola, que é investigada desde o último dia 10 de março, pelos crimes de maus-tratos, periclitação de vida – colocar a saúde das crianças em risco -, e submissão delas à vexame ou constrangimento por causa destes vídeos.
Esta não é a primeira vez que a escola se torna alvo de investigação. Em 2010, uma aluna morreu em um hospital após passar mal dentro da unidade de ensino.