Presidente do Sincomércio diz que categoria não suportaria mais restrição
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes e Região (Sincomércio), Valterli Martinez, disse que a categoria não suportaria mais restrições, como no caso de uma fase com menos flexibilização ou até mesmo um lockdown. “Não vejo outra saída além das falências. A pandemia de fome vai ser maior, porque vemos filas […]
19/03/2021 12h54, Atualizado há 65 meses
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mogi das Cruzes e Região (Sincomércio), Valterli Martinez, disse que a categoria não suportaria mais restrições, como no caso de uma fase com menos flexibilização ou até mesmo um lockdown.
“Não vejo outra saída além das falências. A pandemia de fome vai ser maior, porque vemos filas para as pessoas que estão passando necessidade, pontua.
Segundo o presidente, a possibilidade de uma maior restrição de atividades na cidade foi apresentada pela Prefeitura de Mogi das Cruzes durante reunião realizada nesta quinta-feira (18), com participação de representantes da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Associação Gestora do Distrito Industrial do Taboão (Agestab), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Gabriel Bastianelli e a vice-prefeita Priscila Yamagami.
Na ocasião, Valterli ressaltou o pedido para que a prefeitura não adote as medidas que impossibilitem a reabertura do comércio. “Qualquer tipo de restrição que seja feita deve ser para atuar em cima dos causadores da contaminação.
Segundo Valterli, o comércio e a indústria não têm registro de casos graves de Covid-19. A contaminação ocorre em festas clandestinas”, disse.
Até a manhã desta sexta-feira (19) 19 das 39 cidades que integram a Região Metropolitana do Estado de São Paulo pediram ao governo do estado que decrete lockdown. A medida também é defendida pelo secretário Municipal de Saúde, Henrique Naufel.