Sesc Mogi tem atividades para refletir sobre HIV/Aids
O Dia Mundial de Combate à AIDS ou Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, internacionalmente definido como o dia 1° de dezembro, é voltado para que o mundo una forças para a conscientização sobre a Síndrome da imunodeficiência adquirida, No Sesc Mogi, a data é lembrada com o bate-papo ‘Como eliminar monstros – discursos […]
03/12/2021 15h23, Atualizado há 57 meses
O Dia Mundial de Combate à AIDS ou Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, internacionalmente definido como o dia 1° de dezembro, é voltado para que o mundo una forças para a conscientização sobre a Síndrome da imunodeficiência adquirida, No Sesc Mogi, a data é lembrada com o bate-papo ‘Como eliminar monstros – discursos artísticos em torno do HIV/AIDS’, com Ronaldo Serruya e Dadado, neste sábado (4), das 10 às 12 horas.
Os convidados conversam com o público sobre discursos artísticos e produções de narrativas em artes visuais que, ao longo da história da epidemia, tiveram o HIV/AIDS como recorte temático.
Gratuita, a atividade integra o projeto Contato (www.sescsp.org.br/contato), que promove ações para a promoção da saúde sexual e prevenção das ISTs e Aids, e antecede o curso online homônimo, que aprofunda a temática.
A programação envolve todas as unidades do Sesc – confira aqui. Em diferentes endereços, artistas e pesquisadores discutem a história da epidemia de HIV/Aids, seus desdobramentos no Brasil e sua possível decolonização, refletindo a partir de obras de arte da TV, cinema e performance.
Curso
De volta à Mogi, a ação ‘Como eliminar monstros’ também será um curso online, em quatro encontros, nos dias 7, 8, 14 e 15 de dezembro, das 19h às 21h.
Nestes dias, será apresentada uma análise dos inúmeros discursos artísticos e produções de narrativas que, ao longo da história da epidemia, tiveram o HIV/AIDS como recorte temático, com um enfoque nesta edição nas artes visuais.
Ao analisar estas representações iconográficas nas artes, o curso pretende traçar uma história social da AIDS, além de novas políticas de linguagem para pensar o HIV hoje. As inscrições estão abertas em portal inscricoes.sescsp.org.br.
Os convidados
Fabiano Dadado de Freitas é diretor, dramaturgo e ator. Mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ, pesquisa performance, política e sexualidade. Dirige o Teatro de Extremos: Balé Ralé, de Marcelino Freire (2017) – prêmio Questão de Crítica e O Homossexual ou a dificuldade de se expressar, de Copi (2015), que recebeu 17 indicações aos prêmios Shell, Cesgranrio, APTR e Questão de Crítica. Acredita na transgressão pela palavra, no corpo como dissidência e exercita a bichice e o desbunde como formas militantes de vida e de existência. Atualmente reside em São Paulo.
Ronaldo Serruya é dramaturgo e ator do Grupo XIX de Teatro e do Teatro Kunyn (SP), pesquisador da questão queer nas artes cênicas, onde atuou e escreveu a dramaturgia dos espetáculos Dizer e não pedir segredo, Orgia ou de como os corpos podem substituir as ideias (indicado ao APCA de melhor peça de 2016) e Desmesura (Premio Suzy Capó de obra mais transgrerssora no 25. O Festival MIX da Diversidade). Desde 2016 pesquisa e estuda as relações entre arte e HIV/ AIDS, onde criou e idealizou o projeto “Como eliminar monstros: discursos artísticos sobre HIV/AIDS” que já contou com o apoio institucional do Itaú Cultural e do Goethe Institut, entre outros.