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Câmara de Mogi das Cruzes aprova reajuste salarial de servidores municipais

Pacote aprovado é dividido em duas partes; Câmara também aprovou um projeto de resolução que garante o reajuste aos servidores do Legislativo

Por O Diário
01/04/2026 11h27, Atualizado há 13 dias

Plenário da Câmara de Mogi das Cruzes | Divulgação/CMMC

A Câmara de Mogi das Cruzes aprovou, nesta terça-feira (31), os projetos de lei que preveem a revisão anual e um aumento real nos salários dos servidores públicos da cidade. As medidas foram enviadas pela prefeitura. Na mesma sessão, também foi aprovado um projeto de resolução que acompanhou o texto da prefeitura e estendeu os mesmos percentuais de reajuste para os servidores da própria Câmara.

O pacote aprovado é dividido em duas partes que se somam para formar o aumento total. A primeira é a reposição da inflação, que trata de um reajuste de 3,83% nos salários, calculado com base no índice IPC-Fipe do ano anterior. A segunda parte é um aumento real de 3,77%, concedido para compensar as perdas financeiras registradas entre os anos de 2020 e 2025, segundo o texto do projeto.

A reposição da inflação de 3,83%, ainda de acordo com a proposta aprovada, tem efeito imediato e retroativo a 1º de março de 2026, sendo válida para todos os servidores, incluindo aposentados, pensionistas, funcionários de autarquias como o Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae) e o Instituto de Previdência (Iprem).

Já o aumento de 3,77% será pago em duas etapas: a primeira metade (1,88%) começa a valer a partir de 1º de março de 2026, e a segunda metade (1,89%) será paga a partir de 1º de outubro de 2026. Esse ganho extra não será pago aos agentes políticos e aos cargos com salários mais altos.

No documento enviado aos vereadores, a prefeita Mara Bertaiolli (PL) explicou que o reajuste é resultado de estudos financeiros e respeita as regras de responsabilidade com o dinheiro público. A administração destacou ainda que a aprovação dos projetos se junta a outras ações recentes de valorização dos trabalhadores, como o pagamento de 5% sobre o benefício por tempo de serviço, que começou a ser pago em janeiro deste ano após o fim de um congelamento imposto por uma lei nacional.

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