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Dr. Camargo, de Arujá, critica polarização política: ‘Eu preciso conversar com todo mundo’

Segundo prefeito mais bem votado de São Paulo participou, ao lado da primeira-dama arujaense, do O Diário Entrevista e comentou sobre o cenário político da cidade

Por Fabricio Mello
07/12/2024 22h05, Atualizado há 16 meses

O Diário Entrevista | Josué Suzuki

Com quase 95% de aprovação nas urnas, uma das maiores dúvidas a respeito da carreira política do advogado Luis Camargo (PSD), prefeito de Arujá, é em relação a sua atuação na política da cidade. Com 11 partidos apoiando a sua reeleição, Camargo defende uma “posição centrada” e ressalta que, para governar, é necessário “conversar com todo mundo”.

Camargo e a primeira-dama arujaense, Clau Camargo (PSD) – que também é presidente municipal do partido – foram os participantes do O Diário Entrevista na última sexta-feira (29). Vale lembrar que o programa, que é comandado pelo jornalista Saulo Tiossi, conta com transmissão ao vivo pelas redes sociais do O Diário e pelo canal do YouTube.

Veja outros trechos da entrevista

Durante a entrevista, Camargo comentou e fez críticas sobre o cenário de polarização política – tanto regional, quanto nacional. Segundo ele, “essa questão dos extremismos não leva a lugar nenhum”.

“Sou homem do PSD, ajudei a fundar o PSD com o Kassab, mas eu tenho que conversar com todo mundo. […] Evidentemente, todo mundo tem o direito de ter as suas posições e os seus ideais. Eu não estou falando de ‘centro’ naquela ideia de ficar em cima do muro, mas sim de uma posição centrada: ora você varia para as ideias mais à direita, ora para as ideias mais à esquerda, mas sempre buscando o bem comum.”

É através desse amplo diálogo que Camargo articulou, por exemplo, a obra do terminal rodoviário do Barreto. Segundo o prefeito, a história por trás dessa entrega contou com a atuação de dois extremos: um deputado do PL e outro do PT. 

Sem revelar os nomes, Camargo conta que estava recebendo uma emenda do deputado do PL e, no momento em que o parlamentar deixou seu gabinete, ele se deparou com o deputado do PT, que estaria esperando para falar com Camargo.

“Isso foi emblemático. Naquela altura, um deixou R$ 700 mil e o outro deixou R$ 600 mil. O que acontece: eu construí o terminal rodoviário do Barreto. Então, se eu converso com um só, eu tinha só metade do terminal.”

Ainda sobre a sua ‘posição centrada’, Camargo comenta que a política funciona como um movimento pendular. Em sua analogia, o prefeito diz que, ao soltar um pêndulo, o mesmo balança para ambos os lados, mas sempre tende ao centro – onde encontra “equilíbrio” – e que é assim que sua posição funciona.

Também contrária aos extremismos, a primeira-dama Clau ressalta que a articulação se faz necessária, principalmente, pelo bem da população. Apesar das diferenças ideológicas e a defesa de princípios diferentes, ela destaca que é preciso trabalhar em conjunto para atingir as metas e atender às expectativas do povo.

“Os extremismos não fazem bem para ninguém. Quando a população precisa de um remédio, uma vaga na creche ou ir em um hospital para receber atendimento urgente, ela não vai lembrar se o prefeito é do PT ou do PL. […] É o que ele [Camargo] disse: tem que buscar conversar com todos porque ninguém faz nada sozinho.” Clau Camargo 

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