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Acabar com o rotativo do cartão de crédito é a alternativa mais ‘encaminhada’, diz presidente do BC

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira que a discussão sobre o rotativo do cartão de crédito está sendo ‘encaminhada’ para extinção dessa modalidade, que tem juro anual próximo próximo de 450% ao ano. — A solução está se encaminhando para que não tenha mais rotativo, que o crédito possa ir […]

Por O Diário
10/08/2023 14h58, Atualizado há 33 meses

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira que a discussão sobre o rotativo do cartão de crédito está sendo ‘encaminhada’ para extinção dessa modalidade, que tem juro anual próximo próximo de 450% ao ano.

— A solução está se encaminhando para que não tenha mais rotativo, que o crédito possa ir direto para o parcelamento (mensal) e seja uma taxa ao redor de 9% (…) A decisão passar por acabar com o rotativo e a pessoa que não pagar a fatura vai para uma taxa ao redor de 9% no parcelamento (mensal) — disse Campos Neto.

A articulação está sendo feita no Congresso. Um projeto de lei que já tramita na Câmara, de autoria do deputado Elmar Nascimento (União-BA), estabelece a necessidade de imposição de limite aos juros cobrados na modalidade cartão de crédito rotativo. Esse PL está sendo editado.

Campos Neto disse que teve uma reunião nesta última quarta-feira com o deputado Elmar. Foi dado um prazo de 90 dias para a apresentação de uma proposta.

O presidente do BC também explica que está dentro dos objetivos controlar os parcelamentos:

— Ou seja, você extingue o rotativo e quem não paga o cartão vai direto para o parcelamento ao redor de 9% e criamos algum tipo de tarifa para desenterrar o parcelamento de crédito sem juros tão longo. Não é proibir o parcelamento sem juros e sim tentar fazer com que eles fiquem um pouco mais disciplinados.

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