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Após mala explodir em Guarulhos, Anac reforça que cilindros de CO2 são proibidos

Repercutiu no início desta semana o vídeo de uma mala que explodiu no aeroporto de Guarulhos (SP). O dono da bagagem, Flyder Nascimento de Moraes, contou ao portal g1 que o acidente ocorreu a partir de seu gaseificador de água. Ele saiu dos EUA e parou em São Paulo antes de seguir viagem para Belo […]

Por O Diário
14/12/2022 11h35, Atualizado há 41 meses

Repercutiu no início desta semana o vídeo de uma mala que explodiu no aeroporto de Guarulhos (SP). O dono da bagagem, Flyder Nascimento de Moraes, contou ao portal g1 que o acidente ocorreu a partir de seu gaseificador de água. Ele saiu dos EUA e parou em São Paulo antes de seguir viagem para Belo Horizonte, mas já havia realizado outros voos no exterior com o equipamento. Flyder disse ter passado por Dallas, Boston e Chicago. Diante da explosão, o passageiro afirmou ter ficado chocado.

“Fiquei muito preocupado, com medo. Imagina se tivesse explodido dentro do avião. Esse foi meu choque”, disse ele ao g1.

Procurada para comentar o caso, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reforçou em nota a recomendação para os passageiros sempre verificarem com as companhias aéreas ou diretamente com a Anac, em seu site, quais itens são permitidos a bordo e quais são proibidos.

“É importante ressaltar também que as companhias aéreas são obrigadas a informar os itens restritos nos voos. Essas informações são descritas no momento do check-in. O passageiro precisa dar ciência sobre os itens restritos antes de proceder com o preenchimento das informações. Por isso, ressaltamos a importância de ler esse comunicado”, acrescentou.

Especificamente sobre o transporte de cilindros de oxigênio ou dióxido de carbono, a Anac explicou que há restrições. No caso do gaseificador de água que explodiu na segunda-feira, a máquina possuía cilindros de dióxido de carbono. Estes produtos são, contudo, “terminantemente proibidos” a bordo, seja na mala despachada ou na de mão. O perigo surge a partir das mudanças de temperatura e pressão durante o voo, que afetam o gás comprimido.

Se houver necessidade de viajar com cilindro de de uso médico, a Anac destacou que o passageiro deve avisar a companhia aérea com 72 horas de antecedência para que a empresa possa disponibilizar um equipamento próprio.

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