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Fundador do RPM, o tecladista Luiz Schiavon morre aos 64 anos

A família do tecladista Luiz Schiavon, um dos fundadores da banda de rock RPM, comunicou o falecimento do músico aos 64 anos nesta quinta-feira (15). Ele tratava de uma doença autoimune. O velório será reservado a familiares e amigos. O RPM – 45 Rotações por Minuto, foi uma das celebradas bandas do rock nacional da […]

Por O Diário
15/06/2023 08h48, Atualizado há 40 meses

A família do tecladista Luiz Schiavon, um dos fundadores da banda de rock RPM, comunicou o falecimento do músico aos 64 anos nesta quinta-feira (15). Ele tratava de uma doença autoimune. O velório será reservado a familiares e amigos.

O RPM – 45 Rotações por Minuto, foi uma das celebradas bandas do rock nacional da década de 1980. Fundado em 1983, o grupo formado por Paulo Ricardo, Luiz Schiavon, Fernando Deluqui e Júnior Moreno, cravou grandes sucessos como Olhar 43, A Cruz e a Espada, Revoluções Por Minuto, Alvorada Voraz e outros.

Ao longo da carreira, a banda teve diversas formações e manteve o período inicial, entre 1983 e 1987, como um dos mais significativos do rock e da música brasileira, com a venda de milhares de discos e shows por diversas cidades brasileiras.

Veja a íntegra da nota publicada pela família do músico nas redes sociais:

“É com pesar que a família comunica o falecimento de Luiz Schiavon. Ele vinha lutando bravamente contra uma doença autoimune há 4 anos mas, infelizmente, ele teve complicações na última cirurgia de tratamento e não resistiu. Luiz era, na sua figura pública, maestro, compositor, fundador e tecladista do RPM, mas acima de tudo isso, um bom filho, sobrinho, marido, pai e amigo. Portanto, a família decidiu que a cerimônia de despedida será reservada para familiares e amigos próximos e pede, encarecidamente, que os fãs e a imprensa compreendam e respeitem essa decisão. Esperamos que lembrem-se dele com a maestria e a energia da sua música, um legado que ele nos deixou de presente e que continuará vivo em nossos corações. Despeçam-se, ouvindo seus acordes, fazendo homenagens nas redes sociais, revistas e jornais, ou simplesmente lembrando dele com carinho, o mesmo carinho que ele sempre teve com todos aqueles que conviveram com ele.”

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