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STF inicia o julgamento de mais 250 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento mais 250 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. É o terceiro grupo de investigados, totalizando 550 das 1,3 mil denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, a favor do recebimento das denúncias, foi o primeiro a ser […]

3 de maio de 2023

Reportagem de: O Diário

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento mais 250 envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. É o terceiro grupo de investigados, totalizando 550 das 1,3 mil denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). O voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, a favor do recebimento das denúncias, foi o primeiro a ser inserido no sistema.

O julgamento virtual começou à meia-noite e será finalizado na próxima segunda-feira (8).

Na modalidade virtual, os ministros depositam os votos no sistema eletrônico e não há deliberação presencial.

São objeto destes julgamentos mogianos que foram detidos em Brasília como o empresário Hédio Minoru Hirataki e Ana Dantas, segundo apurou a TV Diário.

Estas pessoas estavam no grupo de manifestantes mogianos que participaram das manifestações no início deste ano. O Diário, deste então não obteve contato dos advogados de defesa desse grupo.

O caso da professora mogiana Sheila Mantovanni foi analisado na semana passada e ela se tornou ré ao lado de outros 99 investigados (relembre aqui).

Como nas duas outras levas deste mesmo processo, se a maioria dos ministros aceitar as denúncias, os acusados passarão a responder a uma ação penal e se tornam réus no processo. Eles deverão responder pelos crimes de associação criminosa armada, abolição violenta do Estado democrático de direito, golpe de estado, dano qualificado e incitação ao crime. 

Até o momento, 300 investigados se tornaram réus pelo STF.

Conforme levantamento do STF, das 1,4 mil pessoas que permaneceram presas no dia dos ataques, 294 (86 mulheres e 208 homens) continuam no sistema penitenciário do Distrito Federal. Os demais foram soltos por não representarem mais riscos à sociedade e às investigações.

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