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50 anos do Imot: Trabalhar duro para o paciente não dizer “ai”, pensar Imot

Doutor Flávio Samea, sócio do Imot, fala sobre o trabalho para que a clínica fosse uma das mais reconhecidas do país

Por Especial AGFE
18/08/2026 16h28, Atualizado há 1 hora

Prédio do Imot, em Mogi das Cruzes, foi inaugurado em 2009 | Divulgação

“Gente, precisamos trabalhar para que, quando o paciente bater o pé ou sentir uma dor, ele não diga apenas ‘ai’, a primeira palavra que tem que vir à cabeça dele é ‘IMOT’.”Essa frase, dita em uma de nossas reuniões de equipe nas noites de segunda-feira, resume bem o espírito que guiou a nossa trajetória ao longo das últimas cinco décadas.

Chegar aos 50 anos não é uma marca qualquer para uma empresa, muito menos para uma sociedade médica. Quando olho para trás e vejo tudo o que construímos no Imot, o sentimento principal é de gratidão. O Dr. Pedro foi o fundador há 50 anos, e eu tive a felicidade de me juntar a essa jornada em 1994. Sempre digo que fui um verdadeiro felizardo pelos sócios que encontrei pelo caminho.

Começamos muito, muito pequenos. No início da minha trajetória aqui, atender 30 ou 35 pacientes em um dia já era um grande acontecimento. Em Suzano, nos primeiros tempos, havia dias em que atendíamos apenas dois pacientes. Hoje, ao olhar os números e ver que ultrapassamos a marca de 12 a 13 mil atendimentos por mês, percebo a dimensão do que nos tornamos. Mas nada disso veio por acaso.

Essa evolução foi forjada com muito trabalho duro. Foram anos de rotinas intensas, trabalhando das 8h da manhã à 1h da madrugada, virando noites em plantões e nos desdobrando para atender a população com o máximo de excelência.

Em 1994, a nossa rotina se dividia entre a clínica e a Santa Casa. Éramos basicamente eu e uma instrumentadora no hospital, enquanto o restante da equipe mantinha a clínica funcionando. Operávamos muito em Mogi das Cruzes e fomos expandindo nossa atuação até os principais hospitais de São Paulo, acompanhando nossos pacientes onde quer que precisassem de cirurgia.

Chegou um momento decisivo em que precisamos fazer uma escolha estratégica: deixamos o serviço na Santa Casa para nos dedicarmos única e exclusivamente ao IMOT. Foi exatamente a partir dessa dedicação integral que a clínica deu o seu maior salto de crescimento.

Sempre apostamos em uma formação médica de altíssima qualidade, no empenho de uma equipe unida e no melhor marketing que existe: o boca a boca. Um paciente tratado com excelência recomendava o Imot para a família, para o vizinho, para o amigo. Foi assim, tijolo por tijolo, que construímos a nossa credibilidade.

Completar 50 anos é a prova de que valeu a pena acreditar. Acreditar na medicina feita com amor, na força do trabalho em equipe e no compromisso inegociável com a saúde dos nossos pacientes.

Agradeço a cada sócio, a cada colaborador que vestiu essa camisa ao longo de meio século e, acima de tudo, a cada paciente que nos confiou o seu bem mais precioso. Que venham os próximos 50 anos, com a mesma energia, dedicação e a credibilidade de sempre.

50 anos de Imot
Fundado em agosto de 1976, o Imot é um dos maiores institutos especializados em ortopedia e traumatologia do Brasil, com pronto atendimento diariamente na unidade de Mogi das Cruzes, consultas, fisioterapia e diversos tratamentos especializados, além do Imot Care, com cuidados inter e multidisciplinares, e o Imot MovSaúde, com serviços exclusivos e inovadores.

O Imot fica na rua Otto Unger, 433, Centro, Mogi das Cruzes. Mais informações: telefone (11) 4728-3420, no site e redes sociais (@clinicaimot). Em Suzano, o endereço é rua Augusta Aparecida Carvalho Morais, 250 Jardim Santa Helena. Telefone (11) 4741-3333.

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