Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Dor nas costas lidera afastamentos no trabalho e MVM10 reforça papel preventivo nas empresas

Por trás desses números estão rotinas de trabalho cada vez mais intensas e pouco espaço para prevenção

Por Especial AGFE
28/07/2026 15h36, Atualizado há 0 horas

Problema na coluna lidera pelo terceiro ano consecutivo em afastamentos do trabalho | Divulgação

O corpo avisa antes de parar de vez e, no Brasil, o aviso mais comum continua sendo na coluna. Pelo terceiro ano consecutivo, a dor nas costas foi a principal causa de afastamento do trabalho no país, segundo dados do Ministério da Previdência Social divulgados em janeiro de 2026. Só em 2025, mais de 4,12 milhões de trabalhadores precisaram se afastar de suas funções por motivo de doença – o maior volume desde 2021, um crescimento de 15% em relação ao ano anterior.

Dorsalgia (237.113 casos) lidera o ranking, seguida por lesões nos discos intervertebrais, como hérnias de disco (208.727 casos), e fraturas de perna ou tornozelo (179.743 casos). Mas há uma mudança que chama atenção: os transtornos mentais estão subindo rápido nessa lista. Em 2025, mais de 546 mil afastamentos foram concedidos por transtornos mentais e comportamentais no Brasil – um recorde histórico, o segundo em 10 anos.

Por trás desses números estão rotinas de trabalho cada vez mais intensas e pouco espaço para prevenção. O problema raramente aparece do dia para a noite: dor nas costas que se agrava por falta de acompanhamento, ansiedade que vira quadro clínico depois de meses sem tratamento. Quando chega ao ponto do afastamento, o impacto já é grande, tanto para o trabalhador, que perde renda e qualidade de vida, quanto para a empresa, que perde produtividade.

É nesse intervalo entre o primeiro sinal e o afastamento que o acompanhamento médico contínuo faz diferença. Empresas que investem em prevenção reduzem a chance de um problema simples virar um afastamento longo. É esse o papel que a MVM10 assume junto às empresas que atende. Com 50 anos de atuação e presença em 25 estados brasileiros, a MVM10 orienta mais de 42 mil vidas cobertas sobre como estruturar planos que priorizem prevenção, não apenas cobertura para quando o problema já aconteceu.

Para o RH, o recado é direto: cuidar da saúde física e mental do time deixou de ser apenas benefício. É gestão de risco. E, segundo a MVM10, entender isso com antecedência é o que separa uma empresa que reage de uma que se antecipa.

Mais noticias

GCM de Mogi prende, em Jundiapeba, homem procurado por tráfico de drogas

GCM de Ferraz interdita duas adegas e apreende equipamentos de som em operação contra perturbação do sossego

Chocolate depois do almoço: entenda por que o cérebro pede açúcar após a refeição

Veja Também