Liquidação do Banco Master, instituição forte, só na aparência
Comandante do Banco Master segue com tornozeleira eletrônica tentando explicar o que jogou a conta do seu banco no colo do Fundo Garantidor de Crédito
31/01/2026 11h24, Atualizado há 15 horas
Liquidação do Banco Master

Levantado o sigilo de alguns depoimentos do processo envolvendo o Banco Master, liquidado pelo Banco Central, não surpreende o rol de transações suspeitas que demonstram a falta de lastro para suas operações, ou ainda, segundo o diretor de fiscalização do BC, Ailton de Aquino Santos, a ausência de caixa para uma instituição até então considerada de médio porte.
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Contatos políticos e títulos “podres”, isto é o que circula em relação ao Master que deixou muita gente na mão, e fundos de investimento num buraco. Não bastasse o imbróglio que a liquidação está desmontando, ainda temos o formato da apuração sob o gabinete do Ministro Dias Toffoli do STF e as relações estranhas envolvendo o magistrado.
Daniel Vorcaro, comandante do Banco Master segue com tornozeleira eletrônica tentando explicar o absurdo que jogou a conta do seu banco no colo do Fundo Garantidor de Crédito, uma espécie de seguro que garante a devolução de valores até certo limite para investidores de instituições que quebram.
Tá certo, evidente que essa conta chegará para todos, indiretamente, pois capitalizar novamente o FGC implicará em que o sistema bancário acabe “tarifando” ainda mais o crédito de todos. O Master se mostrou grandioso, no tombo dado e que está sob investigação.