Proteção
Combater o crime não se esgota em uma única medida, mas em vários pontos de atenção e atuação
25/10/2025 13h15, Atualizado há 6 meses
Foto: Reprodução

“Integração e inteligência policial para proteger o cidadão“
A Imprensa noticiou a existência de um plano para matar um importante Promotor de Justiça em São Paulo, responsável por investigações contra organizações criminosas.
Tal autoridade já relatou as várias ameaças que sofreu e sua preocupação com um sistema que lhe ofereça proteção, por exemplo, numa aposentadoria, após anos lutando contra o crime.
Tem razão o promotor ao abordar o tema da proteção necessária para quem está à frente de grupos de atuação especial contra o crime.
A matéria divulgada joga luz sobre a insegurança que toma conta de todos, do cidadão comum até as autoridades, e o quanto o debate sobre a segurança pública precisa ser feito com objetividade.
A reflexão que trago a partir da notícia é a de que o brasileiro – não é de agora – vem sendo refém da insegurança das ruas, e não somente delas, pois tem que gastar dinheiro com câmeras, cercas e sistemas de monitoramento em sua empresa e residência para ter alguma tranquilidade.
Combater o crime não se esgota em uma única medida, mas em vários pontos de atenção e atuação, desde equipar as polícias e pagar bons salários, até estruturar sistemas integrados cada vez mais para dar efetiva proteção.
As ruas amedrontam, como a exemplo, pelos furtos e roubos de celular e alianças, praticados muitos deles por bandidos disfarçados de entregadores. Por que não criar e regulamentar um sistema de identificação dos reais profissionais para tentar mitigar essa zona geral com motos subindo calçadas e servindo ao crime ?
E a bandidagem digital, cada dia surgindo um golpe novo ? Os bancos precisam ajudar numa rede de proteção eletrônica um passo à frente dos marginais.
O legislativo pode ajudar, mas tem que descer do salto da interminável disputa de palanque para debater, como se deve, a segurança pública e proteção de todos.