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Agosto Laranja reforça conscientização sobre esclerose múltipla; saiba mais

Data reforça a importância da identificação e do diagnóstico precoce para conter o avanço da enfermidade.

Por O Diário
22/08/2025 10h46, Atualizado há 5 meses

O Agosto Laranja foi criado pela AME (Amigos Múltiplos pela Esclerose) para conscientizar a população sobre a Esclerose Múltipla (EM) | Foto: Reprodução

O Agosto Laranja foi criado pela AME (Amigos Múltiplos pela Esclerose) para conscientizar a população sobre a Esclerose Múltipla (EM), doença crônica e autoimune que costuma acometer pessoas entre 20 e 40 anos, com maior incidência entre as mulheres. A data reforça a importância da identificação e do diagnóstico precoce para conter o avanço da enfermidade.

Ainda sem cura, a esclerose múltipla afeta o sistema nervoso central, como cérebro, medula espinhal e nervo óptico, por meio de um processo inflamatório autoimune. No mundo, cerca de 2,8 milhões de pessoas vivem com a doença e, no Brasil, há aproximadamente 40 mil diagnósticos confirmados. Trata-se de um transtorno neurológico em que células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, danificando a mielina (membrana que isola e protege os neurônios) e comprometendo a condução nervosa, o que provoca sintomas motores e sensitivos.

A neurologista Sara Martinelli, da Hapvida, explica que, além da pré-disposição genética, fatores ambientais podem desencadear a doença. “Infecções virais, obesidade, exposição ao tabagismo e a carência de vitamina D no organismo podem aumentar o risco de o indivíduo desenvolver a esclerose múltipla”, afirma.

Ela aponta ainda que os sintomas iniciais são variados, porque dependem da área do cérebro comprometida. “As principais queixas dos usuários que chegam ao consultório são: dificuldade na fala, perda da força muscular no braço ou na perna, desequilíbrio ao caminhar, raciocínio lento, formigamento, fadiga e borramento na visão”, ressalta.

O neurologista é o especialista indicado para oferecer o melhor tratamento, por meio da investigação do histórico clínico do paciente e de exame físico. É importante ressaltar que o acompanhamento por uma equipe multiprofissional, formada por enfermeiros, fisioterapeutas e fonoaudiólogos, e a rede de apoio familiar garantem melhor qualidade de vida aos pacientes.

“Ter uma alimentação saudável, fazer exercícios físicos, exposição ao sol para a produção de vitamina D e não fumar são hábitos saudáveis que contam como fatores de proteção contra a doença”, finaliza Martinelli.

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