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Médica explica mitos e verdades sobre a asma

Especialista alerta que, embora não tenha cura, a doença pode ser controlada com o tratamento adequado e não impede uma vida ativa e saudável

Por O Diário
26/06/2025 11h36, Atualizado há 11 meses

A asma é uma doença que acomete os pulmões, acompanhada de uma inflamação crônica dos brônquios | Reprodução/Shutterstock

Na semana em que é celebrado o Dia Nacional de Controle da Asma (21 de junho), dúvidas são ainda mais frequentes sobre o tratamento e a qualidade de vida da pessoa que convive com a doença.
Um dos principais questionamentos é se há cura. Embora negativa, a resposta pode servir como estímulo para que as pessoas vivam melhor a cada dia, adotando rotinas absolutamente normais no trabalho e vida social, incluindo esportes de alta performance.

A mensagem de otimismo é da médica Adriana Dzigan, da Hapvida. Ela atua no Hospital Santana (SP) e afirma que o tratamento ideal, que depende de cada paciente, melhora os sintomas, que, em alguns casos, podem até mesmo desaparecer ao longo do tempo.

“Caso seja feito o acompanhamento de maneira contínua, a maioria das pessoas pode ter uma vida normal”, explica a médica, que estimula a atividade física regular desde que com acompanhamento e orientações médicas. A asma pode se manifestar em qualquer idade. Na fase adulta, explica, é menos desencadeada por alergias.

A asma é uma doença que acomete os pulmões, acompanhada de uma inflamação crônica dos brônquios (tubos que levam o ar para dentro dos pulmões). Segundo Adriana, os maiores causadores são alergia, poeira, ácaro e mofo, além de pelos de animais, infecções e viroses como gripes e resfriados, ou ainda as sinusites.

A lista de fatores pode aumentar, alerta a médica, como mudanças de tempo, poluição, cheiros fortes, aspectos emocionais e exposição ao ar frio. Outras dicas: manter o ambiente higiênico, não conviver com fumantes e deixar os pets fora do ambiente doméstico. Utilizar corretamente os medicamentos prescritos e procurar atendimento especializado rápido nas crises também são fundamentais.

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