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7 dicas para prevenir que o cachorro ataque pessoas

Os cachorros são conhecidos como os melhores amigos do homem, proporcionando companheirismo, lealdade e alegria às famílias em todo o mundo. No entanto, mesmo os animais mais dóceis podem, em certas circunstâncias, ser agressivos e atacar alguém. “O comportamento agressivo em cães pode ser influenciado por uma série de fatores, incluindo genética, ambiente, treinamento e […]

15 de abril de 2024

Reportagem de: Edicase Conteúdo

Os cachorros são conhecidos como os melhores amigos do homem, proporcionando companheirismo, lealdade e alegria às famílias em todo o mundo. No entanto, mesmo os animais mais dóceis podem, em certas circunstâncias, ser agressivos e atacar alguém.

“O comportamento agressivo em cães pode ser influenciado por uma série de fatores, incluindo genética, ambiente, treinamento e socialização. Qualquer cão, independentemente da raça, pode exibir comportamento agressivo se não for devidamente treinado, socializado ou se estiver sujeito a condições inadequadas de criação”, pontua o comportamentalista animal Wagner Brandão.

Segundo ele, tanto cães de grande quanto de pequeno porte têm o potencial de mostrar agressividade se não forem criados e tratados com os devidos cuidados. Assim, é essencial adotar medidas preventivas para garantir a segurança de todos. Abaixo, confira 7 dicas para evitar que o cachorro ataque pessoas!

1. Socialização desde filhote

Exponha o seu cachorro a diferentes ambientes, pessoas e animais desde cedo. Isso é importante porque ajuda a desenvolver habilidades sociais e reduz a probabilidade de comportamentos agressivos no futuro.

2. Treinamento de obediência

Invista em treinamento básico e avançado para ensinar comandos ao animal. Além disso, reforce comportamentos desejáveis e corrija problemas de comportamento com consistência e paciência.

“O adestramento é realizado não só para trabalhar problemas de comportamento, mas também para ensinar o cão como que nós, humanos, gostaríamos que ele se comportasse em diferentes situações”, afirma Camila Hermes, veterinária e adestradora.

3. Estímulo mental e físico

Proporcione atividades que estimulem tanto o corpo quanto a mente do cachorro, como caminhadas, brincadeiras interativas e jogos de inteligência. Isso porque um animal mentalmente estimulado é menos propenso a desenvolver comportamentos indesejados, como a agressividade.

“Os animais precisam de estímulos para evitar sofrimento físico, traumas psicológicos e síndromes comportamentais”, ressalta Wagner Brandão.  

Menino com cachorro e sentado em caixa de papelão
É importante supervisionar quando o cachorro está com uma criança (Imagem: LightField Studios | ShutterStock)

4. Supervisão constante

Nunca deixe um cachorro sozinho com pessoas desconhecidas, especialmente crianças. É essencial manter uma supervisão atenta para intervir caso haja sinais de desconforto ou agitação no animal.

5. Respeite ao espaço pessoal

Ensine às pessoas, especialmente crianças, a importância de respeitar o espaço pessoal do cachorro. Ainda, explique sobre a importância de evitar abraços apertados, puxões de orelhas ou qualquer outra interação que possa ser interpretada como ameaçadora pelo animal.

6. Reconheça sinais de estresse

Aprenda a reconhecer os sinais de estresse no cachorro, como rosnados, orelhas abaixadas, olhar fixo ou postura rígida. Eles indicam que o animal está desconfortável e pode reagir de maneira agressiva se provocado.

7. Busque ajuda profissional

Se o cachorro demonstrar comportamentos agressivos, busque a ajuda de um profissional, como um adestrador ou um veterinário comportamentalista, para identificar as causas e desenvolver um plano de intervenção adequado.

É, ainda, importante ressaltar que, apesar da necessidade de prevenir os ataques, não se deve maltratar os animais como forma de controle. A violência não só é injusta com os cachorros, mas também pode aumentar o risco de comportamentos agressivos. Além disso, deve-se reconhecer que nem todos os cachorros são propensos a atacar pessoas.

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