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Cristiano Ronaldo: sono e alimentação são peças-chave da longevidade do atleta

Nesta quarta-feira (17), os olhos dos torcedores estarão voltados para Cristiano Ronaldo, que comandará a Seleção de Portugal na estreia da equipe na Copa do Mundo de 2026 diante da República Democrática do Congo, às 14h (horário de Brasília). O atacante alcançará uma marca histórica ao disputar sua sexta edição do Mundial, feito inédito entre […]

Por Edicase Conteúdo
16/06/2026 19h01, Atualizado há 1 hora

Nesta quarta-feira (17), os olhos dos torcedores estarão voltados para Cristiano Ronaldo, que comandará a Seleção de Portugal na estreia da equipe na Copa do Mundo de 2026 diante da República Democrática do Congo, às 14h (horário de Brasília). O atacante alcançará uma marca histórica ao disputar sua sexta edição do Mundial, feito inédito entre jogadores de linha.

Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo continua competindo em alto nível e despertando curiosidade sobre os hábitos que ajudam a manter sua performance física. Embora alimentação equilibrada e treinos intensos façam parte da rotina do jogador, existe outro fator fundamental por trás da longevidade esportiva: o sono.

Mais do que apenas descansar, dormir bem participa diretamente da recuperação muscular, do equilíbrio hormonal, da imunidade e até da prevenção de lesões. O sono adequado funciona como uma verdadeira ferramenta de regeneração do organismo, especialmente em atletas de alta performance.

1. O sono é parte fundamental da recuperação muscular

Segundo a nutricionista Fernanda Mattos, alimentação e descanso caminham juntos quando o assunto é desempenho esportivo. “A recuperação física de atletas de alto rendimento depende de uma combinação estratégica entre treino, alimentação e sono. Durante o sono, especialmente nas fases mais profundas, o organismo libera hormônios importantes para o reparo muscular, a recuperação dos tecidos e a adaptação aos treinos”, explica.

A especialista reforça que uma alimentação equilibrada complementa esse processo. “Proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais são essenciais para recuperação e manutenção da performance física”, afirma.

Jovem deitada na cama, usando camiseta branca sem conseguir dormir e a frente no móvel ao lado da cama um relógio marcando 2h57 da manhã
Dormir mal afeta negativamente hormônios ligados ao controle inflamatório do corpo, à fome e à recuperação física (Imagem: Pormezz | Shutterstock)

2. Dormir mal pode prejudicar o metabolismo e o ganho muscular

Fernanda Mattos explica que o impacto das noites mal dormidas vai muito além da disposição. “Dormir pouco está associado a mudanças hormonais que aumentam a fome, reduzem a saciedade e dificultam o controle do peso. Além disso, o sono insuficiente pode reduzir a síntese de proteínas musculares, prejudicando o ganho e a manutenção da massa muscular”, destaca.

Segundo a nutricionista, noites mal dormidas também favorecem aumento de processos inflamatórios no organismo, fator que pode prejudicar rendimento esportivo e recuperação entre treinos.

3. Sono e alimentação ajudam a prevenir lesões

A recuperação inadequada aumenta o risco de fadiga muscular e lesões esportivas, especialmente em atletas submetidos a rotinas intensas. “Sono de qualidade e alimentação equilibrada atuam de forma complementar para melhorar a performance física e emocional. Juntos, ajudam a manter o sistema imunológico funcionando adequadamente, favorecem a recuperação muscular, contribuem para o equilíbrio hormonal e reduzem processos inflamatórios”, afirma Fernanda Mattos.

A especialista ressalta que esses hábitos ajudam não apenas no rendimento esportivo, mas também na longevidade física. “Esses benefícios podem resultar em melhor desempenho, menor risco de lesões e maior capacidade de manter a saúde física ao longo dos anos”, conclui.

Dormir bem deixou de ser apenas um hábito saudável para se tornar parte estratégica da performance de atletas de alto rendimento.

Por Sarah Carvalho

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