Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Enem 2026: 5 estratégias para estudar Ciências Humanas sem depender da memorização

A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 exige mais do que memorizar datas, conceitos e nomes de autores. Em Ciências Humanas, compreender os contextos históricos, interpretar informações e relacionar os conteúdos a situações do cotidiano são habilidades que ajudam o estudante a analisar as questões e identificar as respostas.  O primeiro […]

Por Edicase Conteúdo
20/10/2026 18h03, Atualizado há 0 horas

A preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 exige mais do que memorizar datas, conceitos e nomes de autores. Em Ciências Humanas, compreender os contextos históricos, interpretar informações e relacionar os conteúdos a situações do cotidiano são habilidades que ajudam o estudante a analisar as questões e identificar as respostas. 

O primeiro dia do exame será realizado em 8 de novembro e contará com 45 questões de Ciências Humanas e suas Tecnologias, além das provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação. Para ajudar os candidatos a organizar a revisão, Diego Canal, coordenador da área de Ciências Humanas do Colégio Marista Nossa Senhora da Penha, traz orientações para as últimas semanas de preparação. Confira!

1. Em História, compreenda os processos e suas consequências

Em vez de decorar datas e acontecimentos isoladamente, o estudante deve procurar entender os contextos históricos, as causas e as consequências dos processos políticos e sociais. Relacionar diferentes períodos ajuda a perceber permanências, mudanças e conexões entre acontecimentos. 

“É importante compreender os processos históricos, suas causas e consequências, e perceber como os acontecimentos se relacionam. As questões podem apresentar textos, imagens ou documentos que exigem justamente essa capacidade de interpretação”, afirma Diego Canal.

2. Use as notícias para revisar Geografia

Acompanhar o noticiário pode ser uma forma de retomar conceitos geográficos e compreender como eles aparecem em situações reais. Temas como mudanças climáticas, urbanização, matriz energética, população, economia e globalização podem servir de ponto de partida para a revisão.

Uma notícia sobre eventos climáticos extremos, por exemplo, permite retomar conteúdos relacionados ao clima, aos impactos ambientais e à ação humana sobre o território. A dica é identificar quais conceitos estudados ajudam a explicar o acontecimento. 

“Um debate sobre mudanças climáticas, por exemplo, permite retomar conceitos de clima, impactos ambientais, matriz energética e ação humana sobre o território. O estudante pode olhar para um acontecimento atual e tentar identificar quais conceitos geográficos estão envolvidos”, explica o coordenador.

Uma jovem de óculos e cabelo preso estuda sentada à mesa. Ela segura uma caneta e escreve em uma folha de papel, com um livro aberto à sua frente. Sobre a mesa, há um tablet apoiado em um suporte rosa, um porta-canetas roxo, uma pilha de livros de estudo, um estojo rosa e um celular.
Relacionar teorias a situações sociais e políticas ajuda a compreender os conceitos de Filosofia e Sociologia (Imagem: Ira.foto.2024 | Shutterstock)

3. Relacione os conceitos de Filosofia e Sociologia à realidade

Conhecer autores e suas ideias é importante, mas o estudante precisa ir além de associar nomes a conceitos. O desafio é reconhecer como diferentes teorias ajudam a interpretar situações sociais, culturais e políticas apresentadas nas questões. Para isso, vale revisar os principais conceitos e tentar identificar como eles se aplicam a exemplos concretos, como desigualdade social, relações de poder, cultura, cidadania e organização da sociedade. 

“Em vez de decorar apenas o nome de um filósofo ou sociólogo, é importante compreender suas ideias e saber identificar como elas aparecem em diferentes situações. Essa relação entre teoria e realidade ajuda o estudante a interpretar melhor o que está sendo apresentado na questão”, orienta Diego Canal.

4. Resolva questões de provas anteriores

Nas semanas que antecedem o exame, alternar a revisão teórica com a resolução de questões de edições anteriores do Enem é uma estratégia para conhecer o estilo da avaliação. A prática permite observar como os conteúdos são apresentados, treinar a interpretação e identificar os assuntos que ainda precisam ser retomados. 

Ao corrigir os exercícios, o candidato deve procurar entender por que uma alternativa está correta e quais elementos tornam as demais inadequadas. O objetivo não é apenas contar os acertos, mas reconhecer dificuldades e direcionar os estudos.

5. Relacione os conteúdos e evite estudar cada assunto isoladamente

Muitos temas de Ciências Humanas permitem estabelecer conexões entre diferentes disciplinas. Uma discussão sobre mudanças climáticas, por exemplo, pode envolver aspectos geográficos, econômicos, políticos e sociais. Já questões sobre cidadania e desigualdade podem exigir conhecimentos de História, Filosofia e Sociologia.

Por isso, uma boa revisão deve priorizar a compreensão dos conceitos e a capacidade de aplicá-los a diferentes contextos. Na reta final, organizar os estudos por temas, resolver exercícios e revisar os erros pode ser mais produtivo do que tentar memorizar uma grande quantidade de informações sem compreender suas relações.

Por Jéssica Flausino

Tags
Mais noticias

Da infância à maturidade: 13 cuidados com a saúde que você não deveria deixar para depois

Mogi das Cruzes abre inscrições para curso gratuito de tranças nagô

Você sabe quais são as raças dos cachorros da Patrulha Canina? Descubra 

Veja Também