3ª Princesa do Miss Akimatsuri 2026 diz que esporte contribuiu para construção de disciplina
Mariana Sayuri Achui Kawato, de 16 anos, integra as equipes de jiu-jitsu e vôlei do CCMC, em Mogi, e diz que aprendeu a ter mais disciplina através do esporte
21/04/2026 13h04, Atualizado há 1 hora
Eleita como 3ª Princesa do Miss Akimatsuri 2026, a jovem Mariana Sayuri Achui Kawato, de 16 anos, disse que a sua relação com o esporte ajudou na construção da disciplina que a levou às passarelas do festival. Segundo ela, que pratica jiu-jitsu e vôlei no Clube de Campo de Mogi das Cruzes (CCMC), o esporte teve influencias “muito positivas” em sua vida.
“Aprendi a ter mais disciplina, para a minha própria evolução, e entendi que é necessário dedicação, constância e esforço diário. Mesmo que o processo tenha desafios é muito importante continuar tentando e fazer dos obstáculos uma oportunidade de aprendizado,” conta Mariana.
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Realizado pelo Bunkyo de Mogi das Cruzes nos últimos dois fins de semana, o Akimatsuri é reconhecido por valorizar a cultura japonesa por meio de gastronomia, apresentações artísticas e concursos tradicionais, entre eles o Miss Akimatsuri. A eleição leva em conta não apenas a apresentação na passarela, mas também postura, comunicação e envolvimento com a cultura das participantes.
No caso de Mariana, que frequenta o centro de esportes e lazer desde a infância, ela passou, em 2025, a as equipes de vôlei e jiu-jitsu do CCMC. Segundo ela, o esporte tem contribuído diretamente em sua forma de lidar com desafios.
Além do desenvolvimento pessoal, a princesa conta que a experiência esportiva no clube também se reflete na convivência em grupo, aspecto que Mariana identifica como essencial tanto no treino quanto fora dele.
“No Clube de Campo, dentro das minhas equipes de treinamento, observo muito a importância do trabalho em equipe e como dependemos uns dos outros para buscar objetivos em comum. Adoro a união que temos em nossos treinos de vôlei, sempre ajudando uns aos outros, e o respeito sempre presente no tatame do jiu-jitsu”, afirma.
Mariana conta que a preparação para o concurso ocorreu paralelamente à rotina de treinos, sempre com organização e constância. Nesse processo, o ambiente do clube funcionou como base de apoio, oferecendo estrutura para a prática esportiva e convivência, o que contribui para o desenvolvimento pessoal. A disciplina adquirida nas quadras e no tatame se traduz em postura e segurança — características observadas também na passarela, onde conquistou o título.