Apeoesp divulga manifesto com críticas a Tarcísio e ao pedágio
A diretoria executiva da Regional de Mogi das Cruzes do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou manifesto comparando o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a um “Pinóquio”, personagem de histórias cujo nariz crescia toda vez que ele mentia, por haver afirmado durante a campanha que não iria admitir […]
08/08/2023 12h52, Atualizado há 28 meses
A diretoria executiva da Regional de Mogi das Cruzes do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) divulgou manifesto comparando o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) a um “Pinóquio”, personagem de histórias cujo nariz crescia toda vez que ele mentia, por haver afirmado durante a campanha que não iria admitir o pedágio nas estradas Mogi-Dutra e Mogi-Bertioga e ter voltado atrás, determinando a realização até mesmo de uma audiência pública para oficializar o processo de cobrança pelo uso das duas importantes rodovias do Alto Tietê.
“Na campanha eleitoral do ano passado, andava dizendo que não iria ter pedágio em Mogi. Só para ganhar as eleições. Agora, como governador do Estado, na maior cara de pau, sem o menor respeito ao povo da região, quer implantar três pedágios, dois na Mogi-Dutra e um na Mogi-Bertioga. Não adianta o governador vir dizer que é free flow. Pedágio é pedágio. Um absurdo”, afirma a entidade que representa os professores e diretores da rede oficial.
A nota oficial da Apeoesp garante que “o povo de Mogi e da região não aceita essa imposição desse governador que não conhece a nossa realidade. Tarcísio só quer gerar lucros para as empresas privadas, o povo que se dane. A imprensa mogiana e da região já publicou várias dezenas de artigos de liderança condenando a implantação das praças de pedágios.
Vereadores, deputados estaduais/federais e prefeitos do Alto Tietê já expressaram que são contra a posição do governador Tarcísio”.
“O pedágio nessas duas rodovias – prossegue o manifesto – vai trazer um grande prejuízo para a população. Do lado da Mogi-Bertioga, moram, no mínimo, 40 mil pessoas. Do lado da Mogi-Dutra, mora outro tanto que vir para a cidade, levar o filho no médico, ir para a escola, ir trabalhar e que terá de pagar o tal pedágio. Tem gente que faz esse percurso mais de três vezes ao dia.Vai trazer também um encarecimento dos produtos que as empresas transportam por essas duas rodovias, principalmente os hortifrutis e a floricultura”.
A entidade lembra ainda que “o professores e professoras dão aulas em escolas que necessitam utilizar a Mogi-Dutra e a Mogi-Bertioga e irão pagar pedágio no seu próprio município. O cidadão e o município serão profundamente prejudicados”.
Para o Sindicato, “o prefeito Caio Cunha tem responsabilidade nesse processo. Não basta ele exigir que a audiência sobre o Pedágio seja realizada em Mogi. Como prefeito da cidade, Caio Cunha deve exigir do governador que ele apoiou a retirada imediata do projeto para implantar tres pedágios em nossa cidade”.
E, por fim, o manifesto conclui afirmando que “o que realmente pode, de fato, derrotar o governador Tarcísio de Freitas é a mobilização popular, nas redes sociais e principalmente nas ruas, nas praças e nas rodovias.
Pedágio aqui, não!!! As.)Executiva da Subsede de Mogi da Apeoesp”.