Após representação do Conselho do Idoso, filas e aglomerações para vacinação contra a Covid diminuem
Um dia após o Conselho Municipal do Idoso ingressar com uma representação no Ministério Público solicitando melhores condições para a vacinação dos idosos contra a Covid-19 em Mogi, a manhã foi de filas menores e melhor organização, nesta quarta-feira (3), em Mogi das Cruzes. Segundo a vice-presidente do conselho, Juraci Fernandes, a promotoria aceitou o […]
03/03/2021 12h16, Atualizado há 65 meses
Um dia após o Conselho Municipal do Idoso ingressar com uma representação no Ministério Público solicitando melhores condições para a vacinação dos idosos contra a Covid-19 em Mogi, a manhã foi de filas menores e melhor organização, nesta quarta-feira (3), em Mogi das Cruzes.
Segundo a vice-presidente do conselho, Juraci Fernandes, a promotoria aceitou o requerimento ainda na noite desta terça-feira (2), entrou em contato com um representante da prefeitura e solicitou que o conselho acompanhasse a situação.
“Hoje estava tudo muito tranquilo. Dividiram 20 idosos por hora, tudo agendado. Eu visitei quatro postos, Vila Suissa, Industrial, Ponte Grande e Vila Natal. Na Vila Suissa não tem a sala de vacina, que está em reforma e tem que esperar criança ser vacinada e então o idoso. Mas tem uma escola ali do lado que poderia ser usada”, detalhou.
Desde a segunda-feira, Mogi das Cruzes está vacinando os idosos a partir dos 80 anos. Os dois primeiros dias foram marcados por longas filas e aglomerações.
O Conselho Municipal do Idoso fez duras críticas à estratégia adotada pela Secretaria Municipal de Saúde e, nesta quarta-feira, em que também começaram a vacinar os idosos com 79 anos, o fluxo de pessoas foi melhor organizado.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que o esquema adotado hoje com a entrega de senhas por horários colaborou para melhorar o atendimento.
Além disso, a pasta está estudando novas formas de atendimento durante a vacinação dos idosos, com objetivo de evitar aglomerações e longos períodos de espera. No entanto, a quantidade de doses enviadas pelo Governo do Estado é comunicada sem antecedência, o que tem impedido o planejamento de ações.