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Artesp testa novo tipo de pedágio na rodovia Ayrton Senna, na região de Mogi

A Artesp deverá divulgar, em breve, os resultados do projeto-piloto para implantação do sistema free-flow (fluxo livre, na tradução literal) de pedágio na rodovia Ayrton Senna, na região de Mogi das Cruzes, em especial no trecho  próximo de Itaquaquecetuba. Os testes de performance do novo sistema foram concluídos no final do mês de março e […]

5 de abril de 2022

Reportagem de: O Diário

A Artesp deverá divulgar, em breve, os resultados do projeto-piloto para implantação do sistema free-flow (fluxo livre, na tradução literal) de pedágio na rodovia Ayrton Senna, na região de Mogi das Cruzes, em especial no trecho  próximo de Itaquaquecetuba.

Os testes de performance do novo sistema foram concluídos no final do mês de março e os números finais estão sendo analisados pelos técnicos, antes da exposição dos dados.

Segundo a Artesp, o sistema de pagamento vem sendo adotado em algumas rodovias paulistas, em especial as concedidas, permitindo, dessa forma, o pagamento baseado no trecho percorrido. Recentemente, numa reunião com o secretário João Octaviano Machado Neto, de Logística e Transportes, o diretor da Artesp, Milton Persoli, discutiu a extensão do princípio do pagamento proporcional  para usuários de mais rodovias, a começar pelo Rodoanel Norte.

Os testes feitos na rodovia Ayrton Senna indicam que o novo sistema poderáser adotado também naquela estrada, estendendo-se, naturalmente, pela Carvalho Pinto.

O sistema free-flow é uma tecnologia que utiliza sensores para calcular a tarifa por quilômetro rodado pelo motorista, a partir do momento em que ele ingressa na rodovia. O modelo elimina a necessidade de o condutor do veículo ter de parar em uma praça de pedágio, reduzindo o tempo de viagem e o valor pago.

Segundo a Artesp, na prática, o sistema funciona da seguinte forma: quando o veículo passa por um pórtico instalado na rodovia, as câmeras com tecnologia OCR (Optical Character Recognition, ou Reconhecimento Ótico de Caracteres) fazem a leitura  das imagens frontais e traseiras das placas.  Um scanner a laser identifica os veículos em tempo real.

“As antenas de identificação de TAGs e as câmeras complementam as informações, que são enviadas para um sistema central, responsável por receber e processar todos os dados”, diz a Artesp.
Os usuários que possuírem TAGs farão o pagamento automático, como acontece atualmente nas praças convencionais de pedágio.

Já aqueles usuários que não possuírem TAG poderão pagar a tarifa posteriormente, em plataforma digital a ser instalada pela concessionária da rodovia, ou recebendo a cobrança via Correios.
A coluna buscou junto à Secretaria de Logística e Transportes  informações sobre os testes realizados na rodovia Ayrton Senna e  recebeu a informação de que os dados finais ainda estão sendo computados para a análise definitiva dos técnicos

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