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Caio deve utilizar a vaga de vice para atrair novos apoios

Apesar de não estar totalmente afastada a hipótese de Priscila Yamagami (Progressistas) voltar a concorrer como vice do prefeito Caio Cunha (PODE), nas eleições do próximo ano, é pouco provável que isso aconteça. A essa altura do jogo político, o prefeito já sabe que o lugar de vice numa chapa encabeçada por ele pode ser […]

21 de julho de 2023

Reportagem de: O Diário

Apesar de não estar totalmente afastada a hipótese de Priscila Yamagami (Progressistas) voltar a concorrer como vice do prefeito Caio Cunha (PODE), nas eleições do próximo ano, é pouco provável que isso aconteça.

A essa altura do jogo político, o prefeito já sabe que o lugar de vice numa chapa encabeçada por ele pode ser muito útil em negociações de apoios futuros.

Por isso mesmo, Caio está guardando a vaga no bolso do paletó (que ele usa esporadicamente) para sacá-la na hora certa, para a pessoa certa. Ou o partido certo.

“Estou aberto a negociações”, tem dito o prefeito, sempre que questionado a respeito de entendimentos para a composição final de sua chapa para concorrer à reeleição no pleito de outubro do próximo ano.

Mas Caio evita dar pistas sobre possíveis entendimentos para o futuro, ainda que nos meios políticos da cidade sobrem especulações para todos os lados e nomes.

Já se falou até mesmo numa dobradinha com o ex-prefeito Marcus Melo (sem partido), especialmente após o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, haver praticamente descartado sua candidatura pelo grupo formado também pelo PSD, de Marco Bertaiolli.

Marcus Melo, em conversa com a coluna, algumas semanas atrás, procurou não levar ao pé da letra as declarações de Valdemar, e continuou dizendo que estava pronto e disposto para colaborar com seu antigo grupo político. Mas também negou a existência de negociação com Caio para ser o seu vice.

Já se falou até mesmo no vereador Marcos Furlan (PODE), que agradeceu, mas se apressou em dizer que será mesmo candidato à reeleição para manter sua vaga na Câmara de Mogi.

A essa altura da campanha, nem mesmo Caio Cunha parece saber ainda quem poderá ser seu vice. Mas é certo que vem se desdobrando em contatos políticos, tanto na cidade como em Brasília, onde se encontram os todo-poderosos dirigentes partidários, com força para mudar estratégias já definidas no plano doméstico.

E como as eleições ainda estão distantes, perto de 15 meses, qualquer definição certamente virá na reta final para registro das chapas.

Por enquanto, Caio deixa claro que pretende usar a vaga de vice como isca para apoios mais importantes e poderosos:

“A vaga de vice é um importante fator de negociação partidária, para ser usado no momento adequado”, disse ele a esta coluna.

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