Câmara reforça pedido para ampliar o número de policiais militares em Mogi
O tema Segurança Pública entrou novamente na pauta de debate dos vereadores de Mogi das Cruzes, que voltaram a apelar ao Governo do Estado para que aumente o efetivo da Polícia Militar e intensifique as ações de combate à criminalidade na cidade. O tema foi debatido na sessão desta quarta-feira (24), durante votação da […]
28/08/2022 11h04, Atualizado há 47 meses
O tema Segurança Pública entrou novamente na pauta de debate dos vereadores de Mogi das Cruzes, que voltaram a apelar ao Governo do Estado para que aumente o efetivo da Polícia Militar e intensifique as ações de combate à criminalidade na cidade.
O tema foi debatido na sessão desta quarta-feira (24), durante votação da moção de autoria do vereador Eduardo Ota (PODE), aprovado por unanimidade
No documento, o vereador observa que o aumento da criminalidade tem ocorrido de forma exponencial e, na proporção inversa, reduziu a sensação de segurança entre os munícipes, razão pela qual é preciso aumentar as patrulhas, rondas e trabalho preventivo de combate ao crime.
“A gente sabe que está tendo atividade delegada agora, mas no período noturno não temos segurança. Os comerciantes temem pelos seus comércios, vão para casa e não conseguem dormir à noite”, justificou Eduardo Ota.
Outros vereadores se manifestaram a respeito. Maurino José da Silva (PODE) disse que é preciso cobrar do governo do Estado que a nossa cidade tenha no mínimo a sensação de estar segura. “A sensação de você poder ir para a sua casa e trabalho em segurança”, complementou.
Na opinião do vereador Johnross Jones Lima (PODE), “já era esperado que o momento pós pandemia geraria esse tipo de realidade na sociedade de maneira geral, agora, se não estão sendo contratados novos policiais e se o efetivo não está sendo ampliado naturalmente vai faltar policiamento, vai faltar segurança pública”, ressaltou.
O presidente da Casa, Marcos Furlan (Pode), reforçou a necessidade de aumentar o efetivo na região, mas afirmou que também é necessário otimizar a legislação. “Não podemos descarregar a culpa na polícia, mas nas necessidades que ela tem. Não podemos esquecer também das nossas leis. A Polícia fala na dificuldade de prender meliantes e no dia seguinte eles estão na rua”, lamentou.