Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Chuvas previstas para Mogi podem voltar a causar estragos

Assim como as altas temperaturas, as “chuvas de verão” demoraram a aparecer na estação entre o final de 2021 e o início de 2022. Agora, elas chegaram e não devem dar trégua. Para os próximos dias, segundo a Climatempo, somente na segunda-feira (24) não há previsão de chuva. Neste sábado e domingo (22 e 23), […]

Por O Diário
22/01/2022 07h44, Atualizado há 55 meses

Assim como as altas temperaturas, as “chuvas de verão” demoraram a aparecer na estação entre o final de 2021 e o início de 2022. Agora, elas chegaram e não devem dar trégua. Para os próximos dias, segundo a Climatempo, somente na segunda-feira (24) não há previsão de chuva. Neste sábado e domingo (22 e 23), as chances de chover chegam a 67% e com o decorrer dos dias elas são ainda maiores, sendo de 80% na terça e quarta e 90% no restante da semana. Os índices fazem um alerta aos moradores, já que o temporal com vento que aconteceu na terça-feira (18) deixou a cidade sem energia por horas, além de ter derrubado árvores e formado pontos de acúmulo de água.

A maioria dos bairros mogianos sofreu com a falta de abastecimento elétrico, mesmo em locais em que não houve chuva ou que ela aconteceu com menor intensidade. O maior problema, de acordo com a Defesa Civil do município, foi a grande quantidade de água, em um curto espaço de tempo, além dos fortes ventos.

Realizada na estrutura do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), na Ponte Grande, a medição mostrou que entre as 7 horas de terça até as 7 horas de quarta-feira a cidade recebeu 63,7 milímetros de água. Com isso, Mogi teve o dia mais chuvoso do mês, superando o mais chuvoso de janeiro de 2021, que aconteceu em 7 de janeiro, com 47,6 mm. Além disso, as precipitações se concentraram a partir das 17 horas, em um período de cerca de 40 minutos.

E, mesmo que tenha acontecido rapidamente, a chuva causou transtornos duradouros. Na rua Cabo Diogo Oliver, no Centro, comerciantes precisaram atender clientes na porta dos estabelecimentos, já que a falta de energia perdurou até a tarde de quarta-feira e não era possível abrir as portas automáticas. 

A luz elétrica também só foi reestabelecida no dia seguinte, mas no período da manhã, em outros bairros da cidade, como é o caso do Mogilar. Por lá, alguns moradores tiveram o serviço retomado próximo ao meio-dia. Em algumas ruas da Vila Oliveira a situação foi normalizada por volta das 9 horas da quarta.

O prejuízo também aconteceu para a metalúrgica Rud, que funciona na Andreas Florian Rieger, na Vila Bela Flor. A empresa perdeu o turno da tarde na terça e o da madrugada e da manhã da quarta-feira, quando, próximo às 10 horas, a EDP atuava para solucionar o problema.

De acordo com a EDP, as principais regiões atingidas foram Braz Cubas, César de Souza, e área central, por conta de uma ocorrência de grande proporção causada por rompimento de cabos devido à descarga atmosférica, próximo a uma subestação. Esta ocorrência foi finalizada às 19h01, normalizando o fornecimento para 95% dos consumidores da cidade impactados pelas chuvas.

A empresa disse ainda que houve casos em pontos da cidade de equipamentos danificados, principalmente, envolvendo a queda de galhos, árvores inteiras e objetos projetados sobre a rede. Na quarta, mais de 200 colaboradores da distribuidora atuavam nas ruas focados na normalização do serviço, que continuou ao longo do dia em casos mais complexos.

Quedas de árvores preocupam

Combinada com fortes ventos, a tempestade registrada em Mogi das Cruzes na terça-feira (18) assustou muitas pessoas que passavam pelos pontos em que árvores caíram. A Praça do Shangai é um dos exemplos em que uma grande árvore foi derrubada pelo temporal. 

Segundo o setor de podas de árvores da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, foram registradas 21 quedas, em diversos pontos do município, como Socorro, Rodeio, Mogilar, Vila Oliveira, Parque Monte Líbano, César de Souza, Volta Fria e Braz Cubas.

De acordo com a Defesa Civil do município houve o acúmulo de água em pontos da região central, Rodeio, Ponte Grande, Mogilar e César de Souza. A água escoou pelo sistema de drenagem com a diminuição da chuva.

Na quarta-feira (19), com a chuva menos intensa e sem o forte vento, as consequências foram mais leves. Não houve falta de energia, mas o acúmulo de água foi registrado novamente em pontos da região central e em outros bairros, como Socorro, Vila Oliveira, Vila Natal, Nova Mogilar e César de Souza.

O abastecimento de água também foi prejudicado na terça e na quarta-feira por conta da falta de energia. 

Mais noticias

Prepare o coração: 3 signos que podem ter surpresas no amor neste fim de semana

Suzano promove feira de adoção de cães e gatos neste domingo

Tarot do dia: previsão para os 12 signos em 15/08/2026

Veja Também