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Clodoaldo quer se eleger presidente da Câmara. “Sou candidato há três anos”

Vereador mais votado do PL e o segundo da cidade nas eleições municipais passadas, o vereador Clodoaldo Aparecido de Moraes vem pavimentando seu caminho em direção ao cargo de presidente da Câmara, nos últimos três anos. Desde a primeira reunião entre os vereadores eleitos, logo após o segundo turno , quando ficou estabelecido que o […]

Por O Diário
21/06/2023 07h26, Atualizado há 35 meses

Vereador mais votado do PL e o segundo da cidade nas eleições municipais passadas, o vereador Clodoaldo Aparecido de Moraes vem pavimentando seu caminho em direção ao cargo de presidente da Câmara, nos últimos três anos. Desde a primeira reunião entre os vereadores eleitos, logo após o segundo turno , quando ficou estabelecido que o PL teria direito a ocupar a cadeira de presidente do Legislativo, em razão de haver conquistado uma das maiores bancadas , com quatro vereadores.

“Naquela reunião, eu manifestei o meu interesse de ser presidente da Câmara e, desde então, venho construindo minha candidatura junto aos colegas”, garantiu Clodoaldo à coluna, durante a manhã de ontem, em conversa por telefone.

Ele afirmou também não ter conhecimento a respeito de uma possível candidatura de seu colega de bancada, José Francimário Vieira de Macedo, Farofa, como se ouve falar nos corredores da Câmara.

Farofa, segundo se comenta, estaria disposto a se lançar candidato a presidente com o apoio do grupo encabeçado pelo PT e PSOL, que faz oposição ao prefeito Caio Cunha (PODE) no Legislativo.

Clodoaldo, no entanto, tem outra visão sobre isso.

“O PL não tem como se aliar ao PT e ao PSOL. O PL está no governo, ajudando a buscar recursos para a cidade em Brasília, tem votado com o governo de Caio Cunha em questões ligadas ao crescimento da cidade. Não existe oposição na Câmara, além do PT e PSOL”, assegura, lembrando novamente: “Estou construindo o meu nome há três anos, buscando ter a simpatia dos demais vereadores”.

Clodoaldo se considera capaz de realizar um bom trabalho à frente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mogi pela sua experiência acumulada durante três mandatos como vereador, além de ter alcançado 3.164 votos na eleição municipal passada, tendo sido o mais votado do PL e o segundo mais votado da cidade, ficando 40 votos atrás do campeão de votos no pleito, o vereador Marcelo Porfírio (PSDB).

Candidato a deputado nas eleições passadas, ele não conseguiu se eleger, mas alcançou expressivos 14.401 votos.

Mais antigo vereador de sua bancada e atual vice-presidente da Câmara, já tendo ocupado o cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Econômico durante o atual mandato, Clodoaldo se considera capaz de realizar um bom trabalho na presidência.

“Não sou um aventureiro”, diz ele.

“Estou bastante animado de poder somar forças com os demais vereadores para manter a Câmara de Mogi e ativa e em evidência, fortalecer os gabinetes e não deixar o Legislativo de fora dos grandes debates políticos da cidade”, concluiu.

 

Recesso

Já está definido: o recesso de meio de ano da Câmara de Mogi acontecerá entre os dias 15 e 31 do próximo mês de julho.

Terminado o período de descanso, os vereadores retornam às atividades normais e vão decidir como ficará a eleição da Mesa Diretora, que irá acontecer na primeira sessão do próximo ano, mas deverá ser definida previamente.

 

Justiça Federal

Uma nova empresa está sendo contratada pela Justiça Federal da 3ª Região de São Paulo para executar a segunda fase de adequações necessárias no prédio que deverá servir como sede do Fórum Federal de Mogi das Cruzes.

Localizado na avenida Henrique Peres, a unidade da Justiça Federal deverá estar pronta para funcionar a partir do início do próximo ano, prometem os responsáveis pelas obras.

 

Amem os pobres – 1

Você já ouviu falar, ou sabe o que é “aporofobia”?

Pois a Câmara de Mogi quer criar uma lei que visa combater a dita cuja principalmente durante o mês de agosto.

O autor da proposta, vereador Juliano Malaquias Botelho (PSB), explica:

A aporofobia é o termo designado para a aversão aos pobres.

Segundo a autora Adela Cortina, “é uma fobia contra o pobre, que leva a rechaçar pessoas, etnias e raças que, habitualmente, não têm recursos e, portanto, não podem oferecer nada, ou parece que não podem. Um termo novo no debate acadêmico que aborda pensamentos, práticas, atitudes e políticas presentes nas relações sociais que desprezam uma pessoa devido à sua condição subeconômica”.

 

Amem os pobres – 2

O projeto de lei de Juliano Botelho destina-se a promover a conscientização sobre aporofobia  e estimular políticas públicas destinadas à sua erradicação por meio de palestras, seminários, campanhas midiáticas e material educativo.

Em que pesem as ótimas intenções do vereador socialista, se ele não tomar a frente nessa empreitada, sua lei, se aprovada, correrá o risco de permanecer entre outras tantas que jamais saíram do papel, mesmo depois de promulgadas pelo município.

 

Farmácia Solidária

Em operação no município de Suzano, a Farmácia Solidária, instituição que promove a distribuição gratuita de medicamentos originários de doações, poderá ser instalada também em Mogi.

Basta que seja aprovada a proposta de autoria do vereador Eduardo Hiroshi Ota (PODE), em tramitação junto à Câmara Municipal.

O projeto de lei prevê que “além de beneficiar as pessoas que não têm dinheiro para custear seu tratamento médico, evita o desperdício e o descarte irregular por parte dos munícipes, que muitas vezes não utilizam os remédios em sua totalidade”.

 

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