Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

Comandante da PM pede ajuda da Câmara para melhorar a segurança em Mogi

O comando de Policiamento de Área Metropolitana (CPA/M-12), coronel PM Wagner Giurne Gomes, durante encontro com vereadores nesta quarta-feira (06), na Câmara de Mogi, pediu aos parlamentares que apoiem a integração entre as forças de segurança da cidade e estimulem a população a registrar as ocorrências para ajudar a definir estratégias de policiamento no município. […]

Por O Diário
08/04/2022 13h55, Atualizado há 52 meses

O comando de Policiamento de Área Metropolitana (CPA/M-12), coronel PM Wagner Giurne Gomes, durante encontro com vereadores nesta quarta-feira (06), na Câmara de Mogi, pediu aos parlamentares que apoiem a integração entre as forças de segurança da cidade e estimulem a população a registrar as ocorrências para ajudar a definir estratégias de policiamento no município.

“Sabemos dos diversos problemas e precisamos nos unir para resolver. É importante a integração das forças policiais. Já estamos convocando os secretários de segurança pública dos municípios para envolver os guardas civis e a polícias civil nas operações”, disse ele na reunião que contou com a presença do presidente da Câmara, Marcos Furlan (PODE), da vereadora Malu Fernandes (SD), os representantes da Comissão Permanente de Segurança e Transporte – Iduigues Martins (PT), Francimário Vieira de Macedo, o Farofa (PL), Policial Maurino José da Silva (PODE); além dos vereadores Eduardo Ota (PODE), Carlos Lucarefski (PV), Osvaldo Silva (REP) e Pedro Komura (PSDB).

De acordo com o coronel, é importante que os vereadores orientem a população a elaborar os Boletins de Ocorrências (BOs), porque é baseado nesses registros que a Polícia Militar consegue realizar um planejamento estratégico para minimizar o problema da insegurança nos locais com maior incidência de criminalidade. Ele também destacou a importância do programa vizinhança solidária, que conta com a participação ativa da comunidade.

O presidente da Casa enfatizou que “a voz do vereador é a voz da população” e contou ao coronel que o Legislativo tenta ajudar a melhorar a segurança da cidade, com apresentação de indicações e moções, para repassar das demandas dos munícipes a fim aumentar a sensação de segurança. “Esse diálogo, essa aproximação é primordial para que possamos não só levar essas notícias à população, mas entender o lado da polícia e da Segurança Pública para também explicar às pessoas sobre as dificuldades existentes”, explicou Furlan.

Iduiges Martins, presidente da Comissão de Segurança da Câmara pediu reforço no efetivo policial, que “está bem defasado em Mogi”, e pediu uma atenção maior para as escolas. “O que nós queremos aqui na Comissão de Segurança é ter essa interação. As escolas hoje em dia apresentam casos de violência, brigas, e necessitam da ação da polícia. Então são vários pontos, mas gostaria de ressaltar esse apoio próximo as escolas, coibindo a venda de drogas, agressão aos professores e entre os alunos”, demandou Iduigues (PT).

Ao comentar o assunto, o comandante afirmou que uma forma de minimizar a situação é a integração das forças policiais. “Nas escolas, temos o Programa de Ronda Escolar, que tem atendido diversas ocorrências e pode ser acionada tanto pelo 190 quanto pelo 181”, observou.

Maurino José da Silva (PODE), questionou o comandante sobre programas para reduzir a criminalidade na zona rural. “Há possibilidade de nós termos na cidade, principalmente na zona rural, Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar (DEJEM)? Ou que pelo menos sejam iniciados estudos, por parte do 17º Batalhão para analisar a possibilidade de implantar aqui na nossa cidade, e, desta forma dar uma maior sensação de segurança para nossa população? ”.
Sobre isso, o coronel Giurne, ressaltou que é possível viabilizar estudos neste sentido. No entanto, informou que a prioridade da polícia são as áreas com maiores índices de criminalidade.

O vereador Farofa falou ao coronel sobre ações promovidas pelo Legislativo no município para discutir segurança pública com os moradores.  “Estamos desenvolvendo um trabalho diferenciado na Comissão de Segurança e Transportes, realizando audiências públicas de forma descentralizada nos distritos. Inclusive fizemos a primeira em Sabaúna, cuja ata iremos encaminhar ao senhor. Mas, estamos recebendo uma reinvindicação do distrito de Taiaçupeba onde havia uma base com dois policiais militares e uma câmera 360 graus. Estamos há uns meses com um déficit de policiais. Precisamos ver soluções para a base, se conseguirmos rever isso ou pensar em uma parceria com a Prefeitura, através da Guarda Municipal”, ponderou.

Em sua fala, o vereador Farofa também citou os desafios de Sabaúna em relação aos pancadões, som alto e furtos, especialmente aos fins de semana quando aumenta o fluxo de pessoas no distrito, um importante ponto turístico de Mogi.

A volta da atividade delegada na cidade, segundo o vereador Eduardo Ota, também foi cobrado que temos feito junto ao Executivo e à Polícia Militar. “Desde o ano passado temos batido nesta tecla, pois sabemos que o efetivo da polícia é enxuto e a atividade delegada poderia ajudar nessa parte”, reforçou.

Outro que se manifestou foi o vereador Carlos Lucarefski (PV) ao destacar que no distrito de Braz Cubas, o maior e mais populoso de Mogi, aumentaram as ocorrências de furtos de veículos e que ambos os problemas têm perturbado a paz dos moradores.

De acordo com o coronel, além do policiamento nestes locais, já foi dada a ordem de realizar fiscalização conjunta da PM com o Ministério Público (MP), com o poder de interditar os empreendimentos que não estejam com a documentação adequada.

Por sua vez, Pedro Komura solicitou a alteração no horário de fechamento das adegas, tendo em vista os transtornos que têm causado à população, além de reforçar o pedido para que a Polícia Militar apoie os moradores da zona rural.

Malu Fernandes (SD), vice-presidente da Câmara, perguntou ao comandante sobre o efetivo de mulheres na instituição e a importância da atuação de policiais femininas nos casos de violência doméstica. Ela ainda solicitou informações sobre a situação atual do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) na cidade, e foi informada pelo colega, policial Maurino que durante anos atuou como instrutor do Programa, que na cidade o Programa está suspenso, e que no 17º Batalhão só há um instrutor apto para atuar no Proerd.

O coronel, finalizou a reunião, informando que vai providenciar um levantamento dos policiais que apresentam os requisitos para atuação como instrutores do Proerd, para que, em tempo hábil, sejam retomadas as atividades do Programa em Mogi das Cruzes.

 

Mais noticias

Costela assada: 5 receitas fáceis e deliciosas para o almoço

Oxóssi: veja como se conectar com a energia de prosperidade do orixá das matas

Motociclista sem CNH bate em viatura da PM e passageira fica ferida, em Suzano

Veja Também