CS Brasil e Peralta irão à Câmara nesta quinta-feira (19) explicar contratos do lixo
Atendendo à solicitação da Câmara de Mogi das Cruzes, feita na semana passada, as empresas CS Brasil e Peralta Ambiental, antiga e atual prestadora dos serviços de coleta de lixo e limpeza pública da cidade, respectivamente, devem enviar representantes nesta quinta-feira (19) ao Legislativo para prestar informações. A reunião com a CS Brasil está marcada […]
18/08/2021 19h40, Atualizado há 60 meses
Atendendo à solicitação da Câmara de Mogi das Cruzes, feita na semana passada, as empresas CS Brasil e Peralta Ambiental, antiga e atual prestadora dos serviços de coleta de lixo e limpeza pública da cidade, respectivamente, devem enviar representantes nesta quinta-feira (19) ao Legislativo para prestar informações.
A reunião com a CS Brasil está marcada para as 11 horas e a Peralta é esperada às 15 horas, na Casa. Na ocasião, os parlamentares pretendem esclarecer dúvidas sobre o antigo contrato entre a Prefeitura de Mogi e a CS Brasil, encerrado em 3 de agosto último, e o atual contrato emergencial firmado pela administração municipal com a Peralta Ambiental, que teve início no dia seguinte e vem sendo alvo de questionamentos.
Diante das reclamações de problemas na coleta de lixo na cidade desde que a nova empresa assumiu os serviços, a Câmara aprovou, na sessão desta quarta-feira (18), a indicação apresentada pelos vereadores Juliano Malaquias Botelho (PSB) e José Francimário Vieira de Macedo, o Farofa (PL), solicitando que a Prefeitura estude a implantação de um número de telefone exclusivo para recebimento de reclamações e sugestões sobre a coleta de resíduos na cidade.
“Atualmente, os municípes não sabem onde recorrer, ou cobrar pelo serviço de coleta de lixo, que segundo informações não está sendo realizada periodicamente em nosso município. Tem bairros em que os atendimentos eram às segundas, quartas e sexta-feiras e sofreram mudança para terças, quintas e sábados O lixo se acumula por vários dias dependendo da localidade, causando um terrível mau cheiro com risco de dano ao meio ambiente e à saúde pública, além da aparência de abandono, uma imagem passada aos que transitam pelos locais”, traz o documento de autoria dos dois parlamentares.