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DHPP prende traficante suspeito de mandar executar policiais e liderar tráfico na região

A Polícia Civil de São Paulo divulga a prisão de um traficante considerado como uma das principais lideranças do tráfico de drogas nas cidades do Alto Tietê. Segundo as investigações, esse homem seria o mandante de pelo menos três execuções ocorridas na região, sendo uma delas, em fevereiro deste ano, em Poá. Um policial civil […]

8 de maio de 2023

Reportagem de: O Diário

A Polícia Civil de São Paulo divulga a prisão de um traficante considerado como uma das principais lideranças do tráfico de drogas nas cidades do Alto Tietê. Segundo as investigações, esse homem seria o mandante de pelo menos três execuções ocorridas na região, sendo uma delas, em fevereiro deste ano, em Poá. Um policial civil que residia em Poá, o escrivão Thiago Devides Marcondes, permanece desaparecido.

Além do agente da Polícia Civil, outros dois ex-policiais, Marcelo Silva Datilo e Fábio Datilo, que foram mortos e jogados em terreno baldio em Itaquaquecetuba, também teriam sido executados a partir de uma ordem dada pelo traficante conhecido como Galego ou Fantasma.

Em fevereiro, a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) deu início às investigações que culminaram na identificação de um dos principais traficantes de drogas do Alto Tietê e suposto mandante da execução de policiais.

Naquele mês, o policial civil Thiago Devides Marcondes desapareceu misteriosamente, segundo informções de seus familiares.

Reportagens da crônica policial afirmam que a mulher dele teria se mudado de casa após os policiais conhecidos do casal também terem sido mortos.

Na última quinta-feira (4), o “DHPP localizou e capturou o criminoso, conhecido como “Galego” ou “Fantasma”, na Penha de França, zona leste de São Paulo”, informa a Polícia Militar.

Além do policial civil, o capturado é também o suposto mandante da execução de dois policiais militares em abril deste ano. Ainda, dois homicídios ocorridos no ano de 2022 apontam para a participação do preso. No caso dos policiais, as mortes eram brutais, com evidências de tortura física.

O homem foi conduzido à Divisão Especializada, onde foram realizados os procedimentos de polícia judiciária, com o cumprimento do mandado de prisão temporária.

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