Ex-sogra é suspeita de matar Deivid Guimarães, por asfixia, em Itaquá
As investigações da morte de Deivid Nunes Guimãrães, morador de Itaquaquecetuba encontrado sem vida em uma fábrica abandonada na manhã do dia 15 de março de 2021, levaram à prisão de Marta Eloiza Braz, ex-sogra do homem de 31 anos assassinado de maneira cruel: por asfixia. Ela foi presa, mas nega a autoria do crime. […]
08/08/2023 13h51, Atualizado há 35 meses
As investigações da morte de Deivid Nunes Guimãrães, morador de Itaquaquecetuba encontrado sem vida em uma fábrica abandonada na manhã do dia 15 de março de 2021, levaram à prisão de Marta Eloiza Braz, ex-sogra do homem de 31 anos assassinado de maneira cruel: por asfixia. Ela foi presa, mas nega a autoria do crime. As informações são do delegado Rubens José Fernandes, delegado titular do Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa, SHPP, de Mogi das Cruzes.
Segundo o delegado Rubens José Fernandes, a equipe do SHPP cruzou informações e o teor de depoimentos para apresentar o pedido de prisão da ex-sogra da vítma, acatado pela Justiça de Itaquaquecetuba.
Deivid Nunes Guimarães foi encontrado por volta das 6h35 do dia 15 de março jogado em meio a entulhos e lixo à rua Jacareí, 100, na Vila Virgínia, em uma fábrica abandonada. Ele ainda estava com um saco plástico na cabeça.
Morto com frieza, ele teve como causa da morte asfixia por constrição cervical por duas vias: o estrangulamento e a esganadura, segundo consta no inquérito policial.
Durante a investigação, outras suspeitas foram descartadas, como uma ex-namorada de Deivid. Já a autoria recai sobre Marta Eloisa Braz, ex-sogra que teria planejado a vingança contra o ex-genro.
Após a investigação policial, os resutlados levaram ao pedido de prisão temporária, determinada pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Itaquaquecetuba.
Capturada e presa nesta terça-feira (8), em seu interrogatório, a suspeita negou o assassinato. Agora, ela permanecerá detida até o julgamento do caso encerrado pelo SHPP.