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Governo de Caio Cunha perderá secretário municipal de Segurança Pública

O secretário municipal de Segurança Pública de Mogi está se despedindo da administração do prefeito Caio Cunha (PODE). André Junji Ikari, que é delegado licenciado, teria sido convidado pela cúpula da Policia do Estado de São Paulo para assumir o comando de uma nova delegacia de crimes cibernéticos.  Além da nova responsabilidade, ele também foi […]

Por O Diário
31/01/2022 16h47, Atualizado há 55 meses

O secretário municipal de Segurança Pública de Mogi está se despedindo da administração do prefeito Caio Cunha (PODE). André Junji Ikari, que é delegado licenciado, teria sido convidado pela cúpula da Policia do Estado de São Paulo para assumir o comando de uma nova delegacia de crimes cibernéticos. 

Além da nova responsabilidade, ele também foi promovido, dando um passo importante em sua carreira junto à Secretaria de Estado da Segurança Pública. 

Pior para o prefeito Caio Cunha, que terá até o final desta semana – derradeiro período de trabalho de Ikari – para encontrar um substituto à altura de assumir o lugar do secretário demissionário.  O “Diário Oficial” de sábado (29) trouxe a decisão cessando a liberação dele para Mogi.

“Já estamos analisando e conversando sobre alguns nomes. Realmente, o secretário estava indo muito bem no comando da Secretaria de Segurança de Mogi. Ele é uma grande pessoa e está nos ajudando a escolher um novo nome. Ele também deverá continuar ajudando o nosso projeto  administrativo à distância”, afirmou Caio. à coluna.

Prefeito pode ficar sem líder na Câmara

O prefeito Caio Cunha, em troca de mensagens com esta coluna, admitiu a possibilidade de permanecer sem a figura de um  líder no Legislativo. 
A decisão ainda não teve o martelo batido, mas  é uma opção , depois que o antigo ocupante da função, o vereador Marcos Furlan (DEM), indicado por Caio no decorrer do ano passado, acabou sendo eleito presidente da Câmara Municipal para a atual legislatura, que começa nesta terça-feira (1º). 

Questionado sobre o assunto, levantado pela coluna no decorrer da semana passada, Caio respondeu: 

“Estamos analisando o comportamento da Câmara para escolher, ou não, um nome, conforme a necessidade atual”. 

Vale lembrar que após Waldemar Costa Filho, foram poucos os prefeitos que abriram mão de um  líder no Legislativo, em determinados períodos de suas administrações.

Ausência notada
Por mais que tenha sido explicada, a ausência de Jair Bolsonaro na convenção  nacional de seu novo partido, o PL, no último sábado (29), em Brasília, deixou no ar algum sinal de interrogação sobre as dificuldades para acomodação do presidente ao seu novo ninho. 

Se dependesse do presidente Valdemar Costa Neto, o lançamento oficial da candidatura bolsonarista seria feito na convenção, o que também não aconteceu. 

Por lá, esteve apenas Renato Bolsonaro, irmão do presidente. A convenção elegeu o deputado federal Capitão Augusto (SP), líder da bancada da bala, vice-presidente do PL. 

Ele ficará encarregado de percorrer o País fazendo contatos e atraindo bolsonaristas para o  partido.

Alguns veículos de comunicação chegaram a especular a existência de uma espécie de “fogo amigo” contra integrantes do partido, que seriam oriundos de integrantes do clã bolsonarista, com objetivo de enfraquecer o atual comando para, aos poucos, assumir o controle do PL.
Oficialmente, a direção do PL não confirma tal possibilidade. 

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