Grupos feministas querem nome de mulher em Maternidade Municipal
O que parecia pouco provável, quase inimaginável mesmo, até algum tempo atrás, está acontecendo na Mogi das Cruzes atual. Grupos coletivos feministas juntamente com movimentos sociais encaminharam documento ao prefeito Caio Cunha (PODE) solicitando a mudança da denominação prevista para a futura Maternidade Municipal de Mogi das Cruzes, em fase final de construção, no distrito […]
06/08/2021 15h37, Atualizado há 60 meses
O que parecia pouco provável, quase inimaginável mesmo, até algum tempo atrás, está acontecendo na Mogi das Cruzes atual.
Grupos coletivos feministas juntamente com movimentos sociais encaminharam documento ao prefeito Caio Cunha (PODE) solicitando a mudança da denominação prevista para a futura Maternidade Municipal de Mogi das Cruzes, em fase final de construção, no distrito de Braz Cubas.
As signatárias não concordam que se dê o nome de um homem, no caso do fundador da UMC, deputado federal e ex-prefeito municipal, Manoel Bezerra de Melo, ao futuro hospital.
Querem que a futura maternidade tenha o nome de uma mulher, no caso, a médica Aline Souza Matos, que atuava junto à área de saúde mental da cidade e que faleceu em janeiro passado, vítima de complicações provocadas pela Covid-19.
O prefeito Caio Cunha ainda não se manifestou sobre tal reivindicação.
Mulheres
Nos meios políticos de Mogi das Cruzes comenta-se, com intensidade cada dia maior, a possibilidade de a vice-prefeita da cidade, Patricia Yamagami Kähler, vir a disputar uma vaga de deputada federal nas próximas eleições.
A “co-prefeita”, como costuma ser chamada por Caio Cunha, pertence ao mesmo partido do prefeito, o Podemos, que, a exemplo de outras agremiações, está exigindo o lançamento de candidaturas a estadual e federal nos municípios com mais de 100 mil eleitores, como é o caso de Mogi.
Patricia viria fortalecer o grupo da já deputada Renata Abreu (PODE), amicíssima de Caio.
O assunto começa a ser discutido com mais intensidade, mas nem Priscila e muito menos Caio Cunha, se posicionaram sobre tal possibilidade.
Correios
Com exceção de Roberto de Lucena (PODE), que estava ausente, os demais deputados federais ligados à região do Alto Tietê votaram favoravelmente ao projeto de lei que permite a privatização dos Correios em todo o País.
Marco Bertaiolli (PSD), Márcio Alvino e Katia Sastre (ambos do PL), votam “sim” à proposta do governo federal, que após passar pela Câmara com 286 votos a favor, 173 contrários e 2 abstenções, agora será avaliado pelo Senado Federal.
Ainda na Câmara, PT, PSB, PDT, PSOL, PC do B e Rede optaram por votar contra, enquanto PV e PODE liberaram suas bancadas em relação ao projeto que permite a entrada de empresas privadas na exploração dos serviços postais no País.
MP da retomada
Já devidamente analisada e emendada pela Câmara e Senado, a Medida Provisória 1.040/2021, que foi relatada pelo deputado federal mogiano Marco Bertaiolli, está nas mãos do presidente Jair Bolsonaro para ser sancionada e começar a vigorar em todo o País.
“Assim que a MP foi assinada e publicada pela Presidência da República, ela passará a valer e o ambiente de negócios no Brasil entra num novo patamar de desenvolvimento”, afirma Bertaiolli, que durante dois meses, estudou e debateu os entraves de diversos segmentos da vida nacional com o objetivo de desburocratizar o sistema e tornar o ambiente de negócios mias competitivo e atraente, retomando assim a economia e a geração de empregos”, promete o deputado.