Assistente da Pró-Reitoria da UMC, Luciane Rodrigues, morre vítima de Covid
A assistente da Pró-Reitoria Acadêmica da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Luciane de Souza Rodrigues, 50 anos, morreu nesta terça-feira (6). A mogiana é mais uma vítima fatal da Covid-19 na cidade. Devido às regras da pandemia, não houve velório e o corpo foi sepultado ao meio-dia de hoje (6), no Cemitério Parque das […]
06/04/2021 15h59, Atualizado há 64 meses
A assistente da Pró-Reitoria Acadêmica da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), Luciane de Souza Rodrigues, 50 anos, morreu nesta terça-feira (6). A mogiana é mais uma vítima fatal da Covid-19 na cidade. Devido às regras da pandemia, não houve velório e o corpo foi sepultado ao meio-dia de hoje (6), no Cemitério Parque das Oliveiras.
A professora, mestre em Psicogerontologia pela Faculdade Educatie, em Mogi, trabalhava na UMC há 23 anos, onde atualmente, além de assistente da Pró-Reitoria Acadêmica, também atuava como coordenadora do curso de Pedagogia da UMC, no Campus VIlla Lobos, em São Paulo.
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A UMC publicou nota de pesar em seu site lamentando a morte da professora mogiana: “Com imensa tristeza comunicamos o falecimento da nossa colaboradora Luciane de Souza Rodrigues, ocorrido nesta madrugada. Dos seus 50 anos de vida, 23 foram vividos dentro da UMC, chegando à assistente da Pró-Reitoria Acadêmica, professora e coordenadora do curso de Pedagogia do Campus Villa-Lobos”.
Na nota, o professor Cláudio José Alves de Brito, pró-reitor Acadêmico, lembra o legado deixado pela profissional. “Tomo a liberdade de falar um pouco sobre a Lu, como todos nós carinhosamente a chamávamos. Pessoa do bem, discretíssima, amiga de todos e, acima de tudo, leal. Leal à UMC, ao chefe, aos colegas e aos princípios mais nobres do ser humano. Profissional determinada, competente e responsável como poucos. Difícil não gostar dela, difícil escrever sobre ela, difícil achar adjetivos que lhe sejam justos. Há quase 9 anos, ela foi a primeira pessoa que me deu ‘bom dia’, desde então, tivemos uma sinergia muito especial, uma admiração mútua baseada em muito respeito, em muita aprendizagem, em muito companheirismo. Foram todos esses anos de uma convivência diária, do começo ao fim do expediente, do bom dia até o boa noite. Foi uma lutadora durante toda a vida, em todos os sentidos. Fico feliz de ter participado de muitas das suas conquistas e realizações. Partiu no momento da vida em que estava mais realizada, mais empolgada. Guerreou e resistiu bravamente contra esse vírus traiçoeiro, que acabou por lhe levar tão precocemente. É difícil nessas horas entendermos a vontade de Deus. Eu meu nome, da magnífica reitora, de todos os coordenadores de curso e demais colaboradores e professores que tiveram o prazer de conviver com a Lu, deixamos aqui nossa homenagem, nosso agradecimento. Temos a certeza de que Deus está lhe recebendo e acolhendo de braços abertos. Pedimos que Ele conforte e dê forças ao seu marido, filhos e demais familiares. Todos guardaremos seu nome e sua lembrança num lugar muito, muito especial em nossos corações”, encerrou.
Mogiana e moradora na cidade, Luciane deixa o marido Ronaldo Telão e dois filhos.