Associação Comercial de Mogi critica a fase vermelha
Após a decisão da Prefeitura de Mogi das Cruzes de colocar a cidade na fase vermelha do Plano São Paulo a partir da meia-noite até a próxima segunda-feira (8), a Associação Comercial da cidade (ACMC) pede mais diálogo e planejamento com o poder público. Ainda que se solidarize “com o atual momento da pandemia de Covid-19”, […]
02/03/2021 15h49, Atualizado há 65 meses
Após a decisão da Prefeitura de Mogi das Cruzes de colocar a cidade na fase vermelha do Plano São Paulo a partir da meia-noite até a próxima segunda-feira (8), a Associação Comercial da cidade (ACMC) pede mais diálogo e planejamento com o poder público.
Ainda que se solidarize “com o atual momento da pandemia de Covid-19”, a associação “ressalta que é necessária uma comunicação prévia para que os comerciantes possam se organizar, especialmente na questão dos estoques e comunicação dos colaboradores”.
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A decisão de colocar Mogi na fase vermelha, anunciada nesta terça-feira (2), após o Hospital Municipal atingir 100% da ocupação dos leitos de UTI, no sábado, foi tomada independentemente da classificação do governo estadual, que inseriu a Região Metropolitana na fase laranja.
Com a nova classificação, apenas os serviços essenciais como supermercados, farmácias e postos de combustíveis podem funcionar. Demais estabelecimentos precisam fechar as portas. No caso de restaurantes e bares, é possível atender por meio de delivery e drive-thru.
De acordo com a presidente da ACMC, Fádua Sleiman, as alterações constantes geram insegurança jurídica aos empreendedores. “Além dos comerciantes serem impactados pela falta de planejamento na reclassificação do Plano São Paulo, Mogi deveria ter conversado com o comércio antes”, reforça, alegando que “as medidas anunciadas sem tempo hábil inviabilizam que os comerciantes planejem os estoques, ações e rotinas de trabalho”.
No comunicado enviado à imprensa, a Associação Comercial deposita as esperanças na vacinação. A entidade pede por uma melhor “articulação entre os governos para conseguir mais doses e garantir uma imunização em massa”.