Câmara de Mogi aprova reajuste do Vale-Alimentação de servidores da Prefeitura
Os servidores públicos da Prefeitura de Mogi passarão a ter direito ao dobro do valor pago atualmente pelo Vale-Alimentação (VA), como ficou acertado durante acordo coletivo assinado no último mês de abril com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) de Mogi, para decidir o reajuste de salários e benefícios à categoria. O projeto […]
31/08/2022 17h17, Atualizado há 47 meses
Os servidores públicos da Prefeitura de Mogi passarão a ter direito ao dobro do valor pago atualmente pelo Vale-Alimentação (VA), como ficou acertado durante acordo coletivo assinado no último mês de abril com o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (Sintap) de Mogi, para decidir o reajuste de salários e benefícios à categoria.
O projeto que autoriza a correção foi aprovado pela Câmara, por unanimidade, durante a sessão da última quarta-feira (31). Isso significa que a partir de setembro, a Prefeitura que atualmente paga R$ 207,65 pelo Vale-Alimentação, vai dobrar os valores e passará a conceder R$ 415,3 aos servidores.
O prefeito Caio Cunha (PODE) encaminhou o projeto ao Legislativo na terça-feira (30) com pedido de urgência a fim de agilizar a votação. Para evitar prejuízos ao funcionalismo, que espera esse reajuste desde julho, a matéria foi incluída na pauta de votação de quarta-feira. Isso motivou uma série de críticas por parte de alguns vereadores da Casa, que não tiveram tempo para avaliar o material e apresentar emendas.
O novo valor mensal da cesta básica será fixado por decreto, não podendo ser superior a duas Unidade Fiscal do Município (UFMs), que está fixada em R$ 207,65. Terão direito ao vale alimentação a 1.992 servidores estatutários e celetistas ativos, com salários correspondentes a, no máximo, ao valor atribuído ao padrão/referência E/F-8-A da tabela de vencimentos e salários da municipalidade.
Apesar de terem aprovado, os vereadores Inês Paz (PSOL), Iduigues Martins (PT) e Francimário Vieira de Macedo – Farofa (PL) criticaram a “falta de planejamento” por parte da Administração ao encaminhar um projeto importante em cima da hora para a Câmara votar, sem que as comissões permanentes tivessem tempo de analisar a matéria. Os pareceres para a inclusão do projeto a na ordem do dia foram feitos em conjunto.