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Cônsul da Costa do Marfim tem encontro com empresários e entidades do Alto Tietê

O potencial e as oportunidades do mercado da Costa do Marfim foram apresentados para empresários e entidades representativas do Alto Tietê durante uma palestra do cônsul do País africano, Tibe Bi Gole Blaise, promovida pela unidade regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). O evento, realizado nesta quinta-feira (27), contou ainda […]

Por O Diário
29/10/2022 14h36, Atualizado há 45 meses

O potencial e as oportunidades do mercado da Costa do Marfim foram apresentados para empresários e entidades representativas do Alto Tietê durante uma palestra do cônsul do País africano, Tibe Bi Gole Blaise, promovida pela unidade regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

O evento, realizado nesta quinta-feira (27), contou ainda com a presença do novo secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Mogi das Cruzes, Pedro Komura, do chefe de gabinete da Prefeitura de Mogi, Gabriel Bastianelli, e de dirigentes de entidades ligadas ao comércio.

O diretor regional do Ciesp Alto Tietê, José Francisco Caseiro, reforçou que a apresentação da Costa do Marfim é importante para abrir as portas do País para as indústrias da Região. “É preciso ganhar cada vez mais conhecimento sobre a Costa do Marfim, pois notamos que é um País que está trilhando um caminho diferenciado. Acredito que futuras parcerias podem ser benéficas para ambos os lados, já que gera dividendos para o Brasil”, analisou.

O cônsul da Costa do Marfim informou que, atualmente, o cacau, a castanha de caju e os minérios são os principais produtos do País. “O Alto Tietê tem um mercado bom e produtos que podem ser exportados para nosso país. Pretendemos criar um núcleo para priorizar esta relação e trazer produtos para cá, isso gera empregos. Nossa logística é um destaque, pois temos uma parceria com um grupo que tem 400 navios e contamos com armazéns. Nosso objetivo é melhorar a relação comercial entre o Brasil e a África, especialmente com a Costa do Marfim”, destacou.

O comércio é uma das áreas que podem ser beneficiadas pelas relações entre o Brasil e o País. “Nós somos os intermediadores entre a indústria e o consumidor final, acreditamos que podemos ter muitas oportunidades”, avaliou a presidente da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC), Fádua Sleiman.

A opinião também é compartilhada pelo presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Mogi e Região (Sincomércio), Valterli Martinez. “Uma indústria forte gera um comércio forte. Depois de dois anos de pandemia, a integração com estes países, que podemos fazer negócios e levar nossos produtos, é fundamental”, acrescentou.

Já a gerente regional do Sebrae Alto Tietê, Gilvanda Figueirôa, lembrou que a Região conta com um parque industrial fortalecido. “Temos um potencial de empreendedorismo muito forte”, reforçou.

Para o novo secretário municipal de Desenvolvimento, a África é a “bola da vez”. “Percebemos que ela está crescendo e é um potencial mercado mundial. A indústria, o comércio e a agricultura têm que começar a pensar nisso”, disse Komura.

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