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Deputada Janaína Paschoal, a mais votada no Estado, diz não ao pedágio em Mogi

O Movimento “Pedágio Não” aumenta a pressão contra o governo para impedir a instalação de uma praça de cobrança de taxas na rodovia Mogi Dutra, com a adesão de novas personagens de expressão na política estadual. Além dos deputados do Alto Tietê, os líderes da campanha estão conseguindo mobilizar os parlamentares de diversos partidos na […]

Por O Diário
01/07/2021 14h49, Atualizado há 62 meses

O Movimento “Pedágio Não” aumenta a pressão contra o governo para impedir a instalação de uma praça de cobrança de taxas na rodovia Mogi Dutra, com a adesão de novas personagens de expressão na política estadual. Além dos deputados do Alto Tietê, os líderes da campanha estão conseguindo mobilizar os parlamentares de diversos partidos na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) que tiveram votação expressiva no município nas últimas eleições gerais.

Uma das primeiras da lista é a deputada estadual Janaína Paschoal (PSL), que acaba publicar um vídeo em suas redes sociais sobre um pronunciamento que ela fez durante uma sessão virtual na Alesp, presidida pelo deputado Carlão Pignatari (PSDB), para manifestar o seu posicionamento contra o plano da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp).

No vídeo, a deputada expõe os argumentos defendidos pelo movimento ‘Pedágio Não’, esclarecendo que os valores que serão cobrados no pedágio corresponderiam a uma extensão de 67 km de estrada, sendo que as pessoas da região que passarão pelo local indicado pela Artesp na Mogi Dutra, só vão um trecho de 7 km.

Além disso, ela observa que o pedágio, vai dividir a cidade e dificultar a vida das pessoas que moram em um bairro e trabalham em outros e que terão que pagar pedágios diariamente

“Então me associo aos colegas já estão apoiando esse movimento e peço ao governo do Estado, Artesp e à secretaria da pasta que avaliem não instalar esse pedágio, em espacial porque estaria cometendo uma iniquidade em termos de pagamento dificultando o exercício do direito fundamental ao trabalho e o próprio direito de ir e vir”, declara.

Janaina enfatiza ainda que não se trata de ser contra pedágio, muitas vezes necessários para a manutenção das nossas estradas de São Paulo, que são diferenciadas, mas entende que “é preciso ter racionalidade na instalação desse pedágio, para não penalizar de maneira desproporcional as populações”

 

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