Diário Logo

Encontre o que você procura!

Digite o que procura e explore entre todas nossas notícias.

GM de Mogi deixará 100 funcionários em layoff a partir de segunda-feira (3)

A partir desta segunda-feira (3), 100 dos 520 funcionários que atuam na unidade mogiana da General Motors, no Distrito Industrial do Taboão, em Mogi das Cruzes, terão suspensão do contrato de trabalho (layoff). A medida segue a decisão adotada na fábrica da montadora de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, movida pela queda […]

Por O Diário
28/06/2023 18h47, Atualizado há 37 meses

A partir desta segunda-feira (3), 100 dos 520 funcionários que atuam na unidade mogiana da General Motors, no Distrito Industrial do Taboão, em Mogi das Cruzes, terão suspensão do contrato de trabalho (layoff). A medida segue a decisão adotada na fábrica da montadora de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, movida pela queda na venda de veículos no país, mesmo com as medidas de incentivo à compra de automóveis anunciadas pelo Governo Federal.

Segundo a negociação realizada durante assembleia,  na manhã desta terça-feira (27), em frente à fábrica de Mogi, com a presença dos funcionários e de representantes da empresa e do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, o layoff deverá vigorar inicialmente por, no mínimo, dois meses, podendo se estender a 5 e, posteriomente, chegar ao período máximo de 10 meses. 

O Sindicato, que vem acompanhando a negociação, afirma que vários direitos dos trabalhadores estão garantidos durante a suspensão do contrato de trabalho, como o pagamento do 13º salário, depósito do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), vale-alimentação, férias, isenção de Imposto de Renda e ajuda complementar. “Também está assegurada a garantida de emprego para todas estas 100 pessoas até três meses após o fim do layoff”, explica David Martins de Carvalho, terceiro vice-presidente do Sindicato.

Ele também destaca que, com a adoção do layoff, será reduzida parte de um turno de trabalho. “Estes 100 trabalhadores prestam serviços de montagem de peças para os automóveis modelo S10, montados na fábrica de São José dos Campos, no Vale do Paraíba”, completa.

Na ata da assembleia realizada em Mogi consta que em continuidade às reuniões realizadas nos dias 15 e 21 de junho deste ano, a empresa relembrou as razões que levaram a empresa a definir a necessidade da negociação de suspensão de contrato de trabalho. “Desde o início do ano tem sido adotadas outras medidas para a adequação do volume de produção à demanda de mercado, como a concessão de férias coletivas e folgas compensatórias (day-off), contudo, essas medidas não foram suficientes para superar a queda de demanda, tornando necessária a paralisação parcial de atividades que atendem a produção de peças e áreas afins para os produtos produzidos em São José dos Campos”, trouxe a ata.

Por isso, ainda segundo a ata, a empresa reiterou a necessidade da negociação para realização de acordo coletivo que considere a suspensão do contrato de trabalho nos termos do artigo 476-A da CLT para até 100 empregados do Complexo Industrial de Mogi das Cruzes, a partir do dia 3 de julho de 2023.

 

 

 

Mais noticias

Jantar saudável: 3 receitas vegetarianas fáceis para fazer no forno

Veja 5 filmes imperdíveis que chegam aos cinemas nesta quinta-feira, 23 de julho de 2026

Veja sinais de que a sua empresa precisa treinar a equipe

Veja Também