Legislativo reedita Frente Parlamentar para discutir melhorias no centro de Mogi
A Frente Parlamentar “Centro Mais Vivo” foi reeditada pela Câmara de Mogi, com a aprovação do projeto de decreto legislativo, durante a sessão realizada nesta quarta-feira (16). O autor da proposta, vereador Marcos Furlan (DEM), que comandou a pasta na última gestão, informa que pretende retomar as discussões, promover estudos, debates e análises […]
16/06/2021 20h34, Atualizado há 62 meses
A Frente Parlamentar “Centro Mais Vivo” foi reeditada pela Câmara de Mogi, com a aprovação do projeto de decreto legislativo, durante a sessão realizada nesta quarta-feira (16). O autor da proposta, vereador Marcos Furlan (DEM), que comandou a pasta na última gestão, informa que pretende retomar as discussões, promover estudos, debates e análises para revitalizar e melhorar a área central da cidade.
Furlan disse que existe uma preocupação em preservar e melhorar a região do centro da cidade, atualmente “deixada às moscas”. Como presidente da pasta, ele disse que pretende se reunir com comerciantes, representantes do poder público, de entidades e da sociedade civil a fim de discutir alternativas para se criar “um ambiente mais atrativo ao consumidor, favorável aos negócios, ao comércio, cultura e lazer, além de incentivar investimentos e novos negócios naquela área”.
Na justifica do projeto, o vereador alega que é preciso considerar a forte concorrência que o comércio central enfrenta diante dos shoppings, locais que oferecem comodidades como estacionamento, segurança, horário de funcionamento estendido e diversidade de segmentos num único local, bem como do e-commerce, conquistando cada vez mais consumidores.
“Precisamos discutir as políticas públicas que possam incentivar, fomentar e valorizar o comércio do centro da cidade”, reforça o vereador
Religião
A Câmara também aprovou na sessão desta quarta-feira (16), o projeto de Lei que estabelece atividades religiosas em igrejas, templos e locais de culto como serviços essenciais no município, durante e após a pandemia da Covid-19.
O vereador Clodoaldo de Moraes (PL), autor da iniciativa, entende que as igrejas têm papel fundamental na sociedade e grande importância no momento de pandemia, porque atuam em diversas frentes para auxiliar a população em momentos difíceis, oferecendo o conforto espiritual, assistência e ajuda com a destruição de cestas básicas ás famílias em situação de vulnerabilidade.
“A aprovação do projeto é uma forma de reconhecimento das igrejas como atividade essencial, e uma demonstração de que essa Casa entende a importância que as igrejas têm em nossa cidade, quando prestam auxílio às famílias necessitadas ou quando levam palavras de conforto espiritual às famílias enlutadas”, ponderou Moraes.
Pastor evangélico, o vereador Osvaldo Silva (Republicano), também defendeu as atividades promovidas pelas igrejas. Segundo ele, essa é “uma causa de suma importância para que possamos entender, sobretudo o direito de as pessoas exercer a fé e expressar sua crença religiosa mesmo na época de pandemia”.
Para manter a abertura dos templos para a realização de suas atividades, o projeto determina que as organizações religiosas sigam as normas e protocolos sanitários estabelecidos neste período de pandemia para a segurança dos frequentadores.
A medida foi proposta pela Comissão de Saúde, Zoonoses e Bem-estar Animal, presidida pelo vereador Francimário Vieira Farofa (PL), com apresentação da emenda aditiva com o seguinte texto: “Havendo avanço nas restrições relativas à prevenção da pandemia da Covid-19, as atividades realizadas dentro e fora das dependências das igrejas e locais de culto, deverão respeitar as determinações impostas pelo Plano São Paulo de combate à Covid-19 do Governo do Estado de São Paulo”.
O projeto foi aprovado com um voto contrário da vereadora Inês Paz (PSOL), por entender que é preciso manter as medidas restritivas contra a Covid-19.