Moradores voltam a reclamar da falta de manutenção na Estrada do Nagao
Mais uma vez, representante de moradores das proximidades da estrada do Nagao, que interliga os bairros do Cocuera e do distrito de Taiçupeba, e as rodovias Mogi-Salesópolis e Mogi-Bertioga, procura O Diário para reclamar da falta de limpeza, problemas com sinalização, mato invadindo os acostamentos e ausência de segurança na via. De acordo com o líder comunitário […]
28/11/2022 16h21, Atualizado há 44 meses
Mais uma vez, representante de moradores das proximidades da estrada do Nagao, que interliga os bairros do Cocuera e do distrito de Taiçupeba, e as rodovias Mogi-Salesópolis e Mogi-Bertioga, procura O Diário para reclamar da falta de limpeza, problemas com sinalização, mato invadindo os acostamentos e ausência de segurança na via.
De acordo com o líder comunitário do Cocuera, Ronaldo Leme, “a última vez que a Prefeitura fez a manutenção foi em maio, com a roçagem e reparos na pavimentação da via, após muita insistência dos moradores”.
Com a falta de manutenção, ele explica que os problemas voltaram e a via está ficando perigosa, até porque os motoristas não conseguem ver a sinalização. “É uma estrada que precisa de constante manutenção porque o trecho é muito utilizado por caminhões que transportam os produtos agrícolas para o litoral que trafega por ela todos os dias”, observa Leme.
O líder comunitário chama atenção para a necessidade de adotar as providências antes das festas de final de ano, quando o movimento intensifica muito na via, usada como alternativa para as praias, o que também representa maior riscos de acidentes.
Na lista de reivindicação à Prefeitura divulgada pelo líder comunitário, os moradores pedem urgência nos serviços de roçagem, pinturas de faixas laterais e centrais, reforço no número de placas de sinalização nos 9 quilômetros de extensão da via.
Contam também na lista, pedidos para instalação de mais redutores de velocidade, reconstrução da mureta de proteção próxima a entrada para a estrada do BBC, onde tem uma curva perigosa. Os moradores pedem ainda a cobertura dos pontos de ônibus e marcação da quilometragem na via para facilitar as correspondências, entregas, atendimento de ambulâncias em casos de emergências, entre outras situações.
O Diário encaminhou um pedido de esclarecimento à Prefeitura sobre os planos e prazos para atender o pedido dos moradores e aguarda uma resposta para incluir nesta matéria.