Paralisação dos metroviários está prevista para esta terça (8)
Está prevista para esta terça-feira (8) uma greve dos metroviários de São Paulo para reivindicação dos pagamentos de direitos e mais contratações de profissionais. Segundo o sindicato dos metroviários, o proceder com relação a paralização será discutido em reunião entre os membros na noite desta segunda-feira (7). Caso a paralisação ocorra, as linhas que podem […]
07/02/2022 14h21, Atualizado há 54 meses
Está prevista para esta terça-feira (8) uma greve dos metroviários de São Paulo para reivindicação dos pagamentos de direitos e mais contratações de profissionais. Segundo o sindicato dos metroviários, o proceder com relação a paralização será discutido em reunião entre os membros na noite desta segunda-feira (7). Caso a paralisação ocorra, as linhas que podem ser afetadas serão as linhas 1 – Azul, 2 – Verde, 3 – Vermelha e o monotrilho da linha 15 – Prata.
Usuários do transporte metroviário que residem no Alto Tietê precisarão ficar atentos.
“Os metroviários não pararam de trabalhar durante a pandemia. Continuaram prestando seu serviço essencial à população. Várias pesquisas mostram que os usuários apontam o metrô como o melhor serviço do transporte público”, ressalta a entidade.
De acordo com informações do sindicato, os metroviários continuam aguardando o pagamento da Participação nos Resultados (PR), determinado pela Justiça do Trabalho a empresa. O pagamento deveria ter sido feito no último dia 31 de janeiro, mas ainda não foi executado, agregando à uma das motivações para a greve.
Plano de contingência prejudicado
Em paralisações anteriores, a companhia já havia implementado estratégias para convocar funcionários de outras áreas a operar trechos das linhas que foram afetadas durante a greve. Dessa vez, medida pode não ocorrer ou ficar comprometida após decisão do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo.
“Em conformidade com a deliberação dos engenheiros em Assembleia Geral Extraordinária de 6 de setembro último, o SEESP reiterou, na segunda-feira (31/1), por meio de ofício ao diretor-presidente do Metrô que a categoria se recusa a participar em planos de contingência aplicados pela empresa, caso sejam atribuídas aos profissionais de engenharia funções que não são previstas em seu contrato individual de trabalho”, informa o sindicato.