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Pesquisa: Doria e Bolsonaro pouco influenciariam na eleição para prefeito de Mogi

Um fato pouco comum em eleições municipais passadas de Mogi das Cruzes está acontecendo no pleito deste ano: o governador do Estado de São Paulo e o presidente da República teriam pouca influência junto ao eleitorado, caso viessem a apoiar algum dos candidatos a prefeito da cidade.  É o que mostra um dos itens da […]

Por O Diário
31/10/2020 08h57, Atualizado há 62 meses

Um fato pouco comum em eleições municipais passadas de Mogi das Cruzes está acontecendo no pleito deste ano: o governador do Estado de São Paulo e o presidente da República teriam pouca influência junto ao eleitorado, caso viessem a apoiar algum dos candidatos a prefeito da cidade. 
É o que mostra um dos itens da pesquisa eleitoral realizada pela FLS Pesquisa e Marketing, com exclusividade para este jornal, cujos primeiros resultados relativos à eleição para prefeito foram divulgados neste site (leia mais) e também na edição impressa de O Diário, que chegou às bancas e assinantes na madrugada deste sábado (31).

A pesquisa que ouviu 505 eleitores da cidade, nos dias 26 e 27 deste mês, além de avaliar a evolução de cada um dos candidatos a prefeito junto ao eleitorado, após o início do horário eleitoral no rádio e tevê, também questionou os entrevistados sobre qual seria a chance de cada um deles votar na eleição em um prefeiturável apoiado pelo governador João Doria Jr. (PSDB) e pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Governador 

Na pergunta relativa ao voto em candidato com apoio de Doria, 5,9% responderam que com certeza votariam, enquanto outros 38,2% admitiram que poderiam até votar; e 21,2% se mostraram indiferentes. Um total de 30,3% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que não votariam de jeito nenhum, enquanto 4,4% não souberam responder.

Estas opiniões refletem, em parte, a avaliação feita pelos pesquisados acerca do governo de João Doria. Na opinião dos mogianos, a administração do governador é avaliada como ótima por 1,4% dos entrevistados. Outros 22,6% consideraram boa; 44,8% regular, 14,1% ruim e 13,1% péssima, enquanto 4% não souberam responder.

Ou seja, o governo de João Doria não está sendo bem avaliado pelos mogianos, já que 24% consideram sua administração como boa e ótima, enquanto 27,2% a classificaram como ruim ou péssima. 

Presidente

Quando indagados sobre qual seria chance de se votar em um candidato a prefeito apoiado pelo atual presidente, Jair Bolsonaro, 11,9% afirmaram que com certeza votariam, e outros 34,1% asseguraram que poderiam até votar. Enquanto 14,5% se disseram indiferentes ao apoio, outros 37,4% garantiram que não votariam de jeito nenhum no candidato que tivesse o apoio presidencial. Não souberam responder, 2,1% do eleitorado.

Quando indagados como avaliavam a administração do atual presidente Jair Bolsonaro, 6,5% classificaram como ótima, 31,7% como boa, e 28,1% como regular. Já 11,1% consideraram o governo ruim e 20,2% péssimo. Outros 2,4% não souberam responder.

Somando-se os percentuais de ótima e boa, a administração Bolsonaro alcançou 38,2%, um percentual maior que os 31,3% de ruim e péssima.

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