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Rayssa Leal doa mais de R$ 260 mil para Social Skate, de Poá

Na internet, a jovem skatista Rayssa Leal fez campanha para conquistar o “The Visa Award”, que elege o atleta que mais representa os valores olímpicos durante a realização dos jogos. Além do reconhecimento, estava em jogo um prêmio de $50 mil, que convertidos para a moeda brasileira resulta em algo em torno dos R$ 262 […]

Por O Diário
16/08/2021 12h37, Atualizado há 60 meses

Na internet, a jovem skatista Rayssa Leal fez campanha para conquistar o “The Visa Award”, que elege o atleta que mais representa os valores olímpicos durante a realização dos jogos. Além do reconhecimento, estava em jogo um prêmio de $50 mil, que convertidos para a moeda brasileira resulta em algo em torno dos R$ 262 mil. Vencedora da premiação, ela agradeceu nas redes sociais e anunciou que o valor será repassado para a ONG Social Skate, que fica em Poá.

O projeto, que é comandado pelo skatista Sandro Soares ‘Testinha’, também usou a internet para agradecer. “Sem palavras, só gratidão. A força suprema do amor e do bem, da diversão e da alegria, que há 20 anos viemos vivendo e trazendo nessa união de skate, transformação e sonhos. Muito mas muito obrigado a todos (as) que votaram na @rayssalealsk8 no The Visa Award. Vencemos juntos (as). Nós sempre acreditamos nas Fadas”, traz a publicação.

A “fadinha do skate”, que ganhou medália de prata em Tóquio, fez um post para agradecer o prêmio e anunciar a doação. “Hoje fui reconhecida, como a atleta que mais representou os valores olímpicos durante os jogos! E, como prêmio, iremos ajudar a @ongsocialskate, que transforma a vida de várias crianças através do Skate! Obrigada pelos votos, galerinha! Essa conquista é nossa! Juntos somos mais fortes!”, afirmou no texto.

Localizada no bairro de Calmon Viana, a Social Skate foi fundada em 2011. O objetivo da ONG é  desenvolver e estimular a transformação social por meio do esporte entre crianças, e adolescentes em situação de vulnerabilidade, estimulando o aumento da formação cultural e educacional, utilizando o skate como ferramenta de inclusão.

Atualmente, quatro projetos estão em andamento por lá: o “Skate é bom, com educação é ótimo”, que atende 80 crianças, entre meninos e meninas, com aulas de skate, basquete e futsal; o “Manobra do bem”, que atende 80 crianças e adolescentes, com atividades voltadas ao skate; o “Skate cuida”, com foco na saúde mental durante e pós pandemia, com atendimento para 20 jovens com idade entre 14 e 17 anos e o “Mary Jane Social Skate School” destinado a 48 meninas, que têm aulas de skate com enfoque no desenvolvimento social, empoderamento feminino e prevenção de violência doméstica.

Antes de chegar em Poá, o projeto funcionou por 10 anos na Fundação Casa – a antiga Febem. Depois, ao lado de Leila Vieira dos Santos, o idealizador e fundador, Testinha, levou a ONG para a cidade do Alto Tietê.

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