Região é alvo de força-tarefa que “coibe o exercício ilegal da engenharia”
Para “assegurar a presença de profissionais habilitados à frente das atividades”, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) cumpre, nesta semana, uma força-tarefa no Alto Tietê. A ação tem caráter “orientativo e preventivo” e passará por Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Salesópolis e Biritiba Mirim. […]
24/01/2023 07h05, Atualizado há 42 meses
Para “assegurar a presença de profissionais habilitados à frente das atividades”, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) cumpre, nesta semana, uma força-tarefa no Alto Tietê. A ação tem caráter “orientativo e preventivo” e passará por Mogi das Cruzes, Suzano, Poá, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Guararema, Salesópolis e Biritiba Mirim.
Entre esta segunda-feira (23) e a próxima sexta (27), agentes fiscais estarão envolvidos em 200 diligências para avaliar “empresas de energia fotovoltaicas e quadro técnico de 2023 das Prefeituras”. Nestes endereços, serão verificados “o registro de profissionais da área de Engenharia, Agronomia e Geociências”.
Gerente regional do Crea-SP, o engenheiro Kledson Turra justifica a ação, afirmando que o objetivo é “coibir o exercício ilegal da engenharia e evitar que obras irregulares sejam realizadas”. Para tanto, ele promete levar conscientização sobre “a importância da realização de uma obra regular, com a presença de profissionais habilitados e portando o alvará de construção emitido pela prefeitura”.
Balanço
Em 2022, o Crea-SP realizou mais de 462 mil ações de fiscalização em todo território paulista. O número representa mais um recorde histórico para o conselho, ultrapassando a meta de 400 mil estabelecida no início do ano. A meta para 2023 é realizar 600 mil ações de fiscalização.
De 2015 a 2022, as fiscalizações do Conselho aumentaram cerca de 1.600%. O crescimento se deve ao uso das tecnologias para apoio às atividades, com pesquisas e apurações remotas, antes dos agentes fiscais irem a campo, e à adoção do modelo das forças-tarefas no Estado.